Pai e filho, da cidade de Inhapim, no Vale do Rio Doce, foram condenados a três anos, um mês de dez dias de reclusão, pagamento de indenização por danos morais e materiais e 15 dias-multa. Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que ajuizou as duas ações penais, a condenação foi por peculato, ou seja, apropriação de dinheiro por funcionário público em razão do cargo.
Em março de 2022, conforme a acusação, o filho pegou dinheiro de pessoas que procuraram o cartório para fazer escrituras. Já o pai, responsável pelo cartório, tomou conhecimento das irregularidades e se omitiu.
A Justiça determinou também a perda das funções públicas de tabelião e escrevente substituto, respectivamente, por conta das infrações.