É dez!
Realmente não achava que seria capaz, mas, ontem, completei dez treinamentos. Sem faltar a nenhum! Uma sequência boa, variando o início mais leve, de readaptação ao exercício, com o aprendizado das técnicas da corrida – que pensava dominar, mas meu treinador, Marcos Hallack, me ensinou que não era nada assim – e os trabalhos que mais exigiram de mim, surpreendentemente não física, mas mentalmente.
Sim, porque a experiência pela qual estou passando, de treinar bem a corrida com o objetivo de participar de uma competição – no caso, a Corrida da Fogueira, em 30 de julho – ao final de um período de prática é uma atividade muito mais mental do que física. Tenho buscado aprender em todos os trabalhos, tanto com o Hallack quanto com meus companheiros de treino do dia a dia da equipe Saúde Performance. Cada detalhe passado, cada dica, é ouro para quem, rapidamente, precisa conhecer esse negócio de sair por aí dando suas passadas.
Mas, o começo de tudo foi o compromisso em romper a inércia. Confesso que me surpreendi com minha falta de preguiça. Acreditava que não conseguiria nem mesmo fazer essas dez sessões de treinos diretamente sem cabular nenhuma – diga-se de passagem, com dois feriados no meio. Pensava não ter tempo nem disposição para tanto. Mas, como a maioria das pessoas fazem quando se comprometem, achei forças onde pensava que essas não existiam e, a cada treino, acredito que posso ir mais.
Aconselho você a deixar um pouco a comodidade de sua rotina atribulada e, com a orientação correta, também se mexer. Não é um mar de rosas encarar as adversidades do começo, mas, vencer a tendência em permanecer como está é a maior delas. Com o tempo, você também perceberá que a gente pode se ver correndo por aí!
