Hora do resto
Caros e caras, com o Tupi dando férias para meu coração até a próxima temporada – nem por isso deixando de me causar apreensão por conta de escolha de técnico, renovações e contratações -, é hora do resto. Pude prestar mais atenção nos últimos dias principalmente à Fórmula 1 e àquele que chamam de Campeonato Brasileiro, que acabou na metade por conta da competência do Cruzeiro. Vamos às impressões:
– Merecidíssima a conquista de Sebastian Vettel na Fórmula 1. É simples: melhor carro + melhor piloto = título…
– Depois que dispensou o Massa a Ferrari deu o carro do Alonso para ele? E o espanhol dizia que não precisava da ajuda do brasileiro…
– As regras da Fórmula 1 vão mudar em 2014. Podiam colocar um limitador de velocidade na Red Bull do alemão…
– Em que Botafogo acreditar: no de quarta-feira ou no de sábado? Acho que em nenhum…
– Em que Flamengo acreditar: no de quarta-feira ou no de domingo? Acho que só no Hernane…
– No Vasco não dá para acreditar: levar a virada de um time com um a menos da maneira que foi é duro. Também, quem mandou jogar sem goleiro…
– No Flu até daria para acreditar, mas em uma fase na qual o Diguinho LEVA uma pancada desleal, algo muito esquisito acontece…
– Do Vitória para baixo, todo mundo luta contra o rebaixamento. Já foi melhor o Brasileirão…
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Queria aqui registrar meu agradecimento público ao técnico Felipe Surian pelos serviços prestados ao Tupi. Como jogador já dedicava a vida em campo para defender a camisa alvinegra e continuou a fazê-lo fora dele. Seu trabalho nesses cinco anos de clube como auxiliar e treinador sempre mostrou resultados acima do esperado e foi o pilar sobre o qual se sustentou o acesso à Série C conquistado esse ano. Com simplicidade, honestidade no trato com todos sem fazer distinção e, a meu ver o mais legal, colocando o Carijó para jogar com obsessão pelo gol, o ex-treinador do Alvinegro de Santa Terezinha mostrou que mesmo com parcos recursos e pouca estrutura é possível montar uma equipe vencedora.
Parte agora para novos desafios em terras goianas, para mim acertadamente. Após um ano como o de 2013, fica claro que seria uma boa opção, mesmo se não houvesse muita valorização financeira por conta dos combalidos cofres do clube. Mas Felipe preferiu o desafio, abrir um novo mercado, no qual, se fizer um bom Goianão, pode pintar até mesmo em um clube de Série B, por exemplo. Além disso, vai com a segurança de ser sempre lembrado em Santa Terezinha. Se não se der bem em Goiás, volta para casa e vira uma sombra para quem estiver no comando do clube juiz-forano. Particularmente, estarei torcendo por seu sucesso sempre.
