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Na orelha da bola

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Uma estreia assim… e que saudades do Dunga

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Não tinha jeito pior para o Tupi estrear em casa na Série D do Campeonato Brasileiro do que empatando sem gols com o Itumbiara. Tudo bem, até tinha, poderia ter perdido, mas aí não seria pior, seria muito, muito pior. O problema nem é perder pontos em casa, é ressuscitar aquela velha desconfiança da torcida sobre o desempenho do Carijó no Mário Helênio. O time vence a trocentos quilômetros de casa e vence bem, empolga todo mundo, e empata quando chega em casa. Com o histórico que tem, é inevitável instalar uma pulga atrás da orelha na torcida, que, se agisse com razão em vez de emoção, teria outro nome. Mas, por isso mesmo, nada que uma vitória qualquer no próximo jogo em casa, no longínquo 13 de agosto – que é sábado, graças a Deus -, sobre o Anapolina, não conserte. E para deixar registrado aqui, eu aposto em uma vitória em casa, com Ademilson em campo, e antes disso, em uma vitória fora, contra o Gama, sem Ademilson, domingo agora. Só para demarcar o terreiro.

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Sobre a última convocação do Mano, façam-me o favor. Quando peguei a Tribuna para ler aqui no recôncavo baiano do meu lar, nestas férias que não são férias – porque jornalista pra tirar férias não pode ler jornal, especialmente o jornal em que trabalha -, me voltou a dar saudade do Dunga. Aliás, é uma saudade que não passa. É uma saudade de bater na Argentina toda hora, de meter 6 a 2 no Cristiano Ronaldo, de fazer a Itália de capacho, de vencer a Inglaterra, de ganhar a Copa América, a Copa das Confederações, as Eliminatórias, de fechar o portão na cara da televisão…

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