Ih, choveu…
Se enganou quem pensou que eu não ia treinar neste sábado também por causa da chuva. Até mesmo meu técnico, Marco Hallack, que ficou reticente quanto à minha presença no local habitual de treinos da equipe Saúde Performance, o campus da UFJF.
Assim que cheguei ao ponto de encontro tradicional do time, vi meu treinador, encolhido e com um saco plástico para se proteger da chuva, me dizendo que acabara de ler o Diário da edição de ontem da Tribuna e pesara: ‘vamos ver se ele vem mesmo com esse tempo’. Taí, fui.
Confesso que não foi animador. Acordei por volta de 7h30, e não havia chuva, mas as ruas molhadas denunciavam que ela havia caído durante a madrugada. Me alimentei e fui para o ponto de ônibus. Foi aí que a garoa fina, mas pesada, começou a cair novamente. Pensei: já acordei, saí da cama quentinha, me troquei e estou me molhando à espera do coletivo, então, agora, vou treinar de qualquer jeito.
A decisão foi a melhor mesmo. O trabalho foi todo feito em baixo d’água, mas a intensidade da corrida espantou o frio. Fiz os três trechos de 2km em um tempo abaixo do pretendido pelo Hallack, mas sem forçar muito. Acho que a chuva refrescante ajudou, diminuindo a sensação de cansaço. Ruim mesmo só aquela água batendo no rosto.
Neste domingo, quando entramos oficialmente na semana da Corrida da Fogueira, marcada para o dia 30 de julho, tem mais. E – já posso dizer – faça chuva ou faça sol, vejo vocês correndo por aí!
