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À espera de regularização

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Zagueiro Léo Fortunato foi contratado em 25 de novembro (Leonardo Costa/tupifc.esp.br)
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Zagueiro Léo Fortunato foi contratado em 25 de novembro (Leonardo Costa/tupifc.esp.br)

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Amanhã completam três meses desde que Léo Fortunato foi contratado pelo Tupi. No dia 25 de novembro de 2015, o zagueiro foi anunciado com status de titular, mas a pré-temporada acabou, o Carijó entrou em campo quatro vezes pelo Mineiro e o atleta segue sem ser regularizado. Restando agora sete jogos para o fim da primeira fase (e o consequente encerramento do contrato inicial do defensor com o clube), a expectativa da diretoria é que o jogador fique à disposição para substituir Fabrício Soares, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, no duelo contra o Tombense, sábado, às 17h, em Tombos.

Apesar de ter retornado ao Brasil vindo do futebol de Malta no meio da temporada passada, Léo Fortunato não assinou novo vínculo com clubes brasileiros e não solicitou transferência internacional. A questão acabou ficando pendente para ser resolvida em Juiz de Fora. Porém, a saída de um funcionário do setor de contratos do Alvinegro, há aproximadamente três anos, deixou a atual diretoria em dificuldade para solucionar o problema. Segundo Pitti, supervisor de futebol do Tupi, desde então ninguém no clube foi habilitado para realizar esse tipo de transação junto à Fifa.

“Precisávamos que alguém fizesse o curso de transferências internacionais na CBF. Eu fiz esse curso ontem (segunda). Cada clube tem que indicar uma pessoa para fazer esse curso, e depois recebe um login. Quem tinha feito anteriormente não está mais no Tupi, e nós não tínhamos mais acesso. Amanhã, se eu sair, o clube tem que tirar o meu nome e providenciar outra pessoa. Estou esperando (liberação de Léo Fortunato) até o final da tarde de hoje (ontem).”

Para tentar acelerar o processo, o Tupi recorreu aos dirigentes da URT para que fizessem a transferência internacional, registrando um contrato com o jogador para rescindi-lo dias depois. Com essa etapa já concluída, o Carijó tem até sexta-feira para liberar o atleta. Para fugir de imprevistos, a comissão técnica carrega uma carta na manga. Nas últimas semanas, o treinador Ricardo Drubscky já havia observado o zagueiro Hélder atuando ao lado de Sidimar. Além dele, o comandante carijó terá também o jovem Euller como opção.

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