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Nada no balaio: gato por lebre por todo lado

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Não faz muito tempo, um jornal italiano fez uma pesquisa para descobrir quais foram as piores contratações estrangeiras de todos os tempos realizadas no futebol da Itália. Entre os brasileiros lembrados pelos torcedores daquele país figuraram os atacantes Jardel e Fábio Júnior, o volante Vampeta, o lateral-esquerdo Athirson e o zagueiro Roque Júnior. Não necessariamente nessa ordem. E pensar que todos eles chegaram a vestir a camisa verde e amarela.

Coube a Vampeta, ex-volante do Corinthians, o título de pior contratação da história da Internazionale de Milão. Em segundo lugar ficou o atacante Fábio Júnior, ex-Cruzeiro, que atuou na Roma por duas temporadas, entre 1998 e 2000, e não justificou nem um centavo dos US$ 15 milhões pagos pelo seu passe. Athirson, ex-Flamengo, foi escolhido a terceira pior contratação da Juventus de Turim.

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A semana encerra com o São Paulo feliz da vida por ter contrato o ex-santista Paulo Henrique Ganso. O Flamengo, depois de insistir com Adriano, trouxe Cléber Santana e Renato Santos do Avaí, além de Wellington Bruno, do Ipatinga. O Cruzeiro finalmente apresentou o argentino Martinuccio. Jobson, mais uma vez, voltou para o Botafogo. E o Palmeiras arrumou o seu salvador da pátria: Gilson Kleina. À exceção de Ganso, foram contratações modestas, sem nenhuma outra pretensão que não seja aumentar opções no banco. Apenas isso.

De qualquer forma, somadas às contratações dos clubes feitas para o Campeonato Brasileiro no início da temporada, as possibilidade de fiascos, como aconteceu na Itália, aumentaram consideravelmente. Ganso ainda vive do futebol que jogou em 2010, quando queria ir para a Copa do Mundo da África do Sul. De lá para cá, não viu a cor da bola. O trio que desembarcou na Gávea e o argentino que veio para Minas dispensam comentários. Kleina estava fazendo um bom trabalho na Ponte Preta, que veio da Série B. E o Jobson… Bom, o Jobson é como Gabriela: Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim…

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