Sem jogar a toalha
Caros e caras, realmente a derrota na última sexta-feira foi doída para o Tupi. Não só pela forma como foi – o rapaz do Oeste acertou um pombo sem asa que nunca mais acerta na vida, e a equipe juiz-forana não passou grandes sustos -, mas pela situação estabelecida após do fim da rodada. Agora, nem vencendo o líder no sábado, saímos da zona de rebaixamento do grupo B. Um fato a se lamentar.
Mas nada de jogar a toalha. Como diz o ditado, se é para cair, vamos cair lutando. Nesse sentido, a atitude dos dirigentes de conversar com os atletas e, além disso, chamar um a um os jogadores para um olho no olho é corretíssima. Foi assim que eles foram contratados, não é mesmo? Então, é assim que a diretoria carijó saberá se pode ou não esperar o comprometimento necessário para tirar o time dessa situação no segundo turno, evitando o rebaixamento.
Se necessária for, acredito até em uma reformulação de elenco – embora ainda creia que esse grupo é bom e tem qualidade para evitar o pior -, mas isso esbarra nos problemas financeiros do clube. Afinal, demitir também custa dinheiro, algo que o Tupi não tem. Se tivesse atingido a meta de 500 adeptos, o programa de sócio-torcedor lançado em fevereiro poderia aliviar em cerca de R$ 15 mil o caixa carijó.
Como se vê, na atual situação ruim, até mesmo a galera tem sua parcela de responsabilidade. O momento é de se lamentar, mas não de jogar a toalha, ainda há tempo e vida para aprender as lições e mudar a situação.
