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Ginásio do UniAcademia receberá jogos do JF Vôlei na Superliga B

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O JF Vôlei terá casa nova na Superliga B de 2022. Após ter sofrido com a mudança de local para os mandos de partida na última temporada, os juiz-foranos terão o ginásio do UniAcademia, na região Central, como palco dos jogos na divisão de acesso nacional. A caminhada do clube irá começar no próximo dia 22 de janeiro, contra o Minas Náutico, confronto marcado para Juiz de Fora.

A mudança de casa consta na tabela divulgada, na última terça-feira (14), pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e foi confirmada pelo diretor do JF Vôlei, Maurício Bara, em entrevista ao Programa Papo de Craque, da Rádio Transamérica Juiz de Fora, na sexta-feira (17). O clube ainda espera ter o aval para receber torcida no local, que poderá abrigar cerca de 500 pessoas. “A intenção é que tenhamos público, mas ainda não está totalmente definido. A gente tem que entender como a instituição vai trabalhar isso, mas acho que ainda no início de janeiro nós já vamos ter isso bem claro”, afirma.

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Mudança de casa foi confirmada pelo diretor do JF Vôlei, Maurício Bara (Foto: Marcelo Ribeiro/arquivo TM)

Segundo Bara, a aproximação do clube com o UniAcademia começou ainda no início de 2021, quando o JF Vôlei teve negado o pedido de mandar as partidas da Superliga no ginásio da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Na ocasião, era inviável realizar todas as adaptações e reformas necessárias para receber os jogos na quadra da região central, sobretudo porque não havia garantias de que a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) daria o aval para que as partidas fossem realizadas na cidade, ainda que sem público.

Agora, os detalhes finais estão sendo ajustados para que o ginásio do UniAcademia tenha plenas condições de receber os jogos do JF Vôlei. “Estamos muito felizes com isso, vamos mandar parte dos treinos e os jogos lá, com um apoio muito grande da instituição”, complementa Maurício Bara. O anúncio oficial do clube sobre a casa nova deve sair durante a semana.

Formação do grupo

O clube juiz-forano arquiteta, ao longo das últimas semanas, a definição do grupo que tentará, pela segunda vez consecutiva, vencer a Superliga B. No último dia 7, o técnico Daniel Schimitz, de 42 anos, foi anunciado como o treinador para a nova temporada. Schimitz foi uma solução caseira, uma vez que ele já trabalhava nas categorias de base do JF Vôlei e era conhecido da direção. “Nós optamos por uma solução da casa. O Daniel já vem, há muitos anos, nos acompanhando. Ele já fez de tudo no projeto, é um cara conhecedor, estudioso. Tem toda a nossa confiança e passou por um período probatório nas nossas categorias de base”, pontua Bara.

Os primeiros atletas que irão compor o grupo de jogadores foram anunciados na última terça-feira (14), todos oriundos das categorias de base do clube: o ponteiro Emerson Almeida, de 19 anos; o levantador Kolber Aguiar, de 17; e o líbero Yan Foresti, de 19. “É um ano um pouco mais difícil por uma série de fatores. O mercado brasileiro está com poucos jogadores, porque muitos saíram para a Europa (…). O que posso adiantar é que será um time muito novo, mas com muita energia. É o DNA da equipe, dar oportunidade para novos atletas”, projeta o diretor, que planeja contar com o grupo completamente formado até a primeira semana de janeiro.

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Iniciação no vôlei feminino

Outra novidade do JF Vôlei para 2022 será a inauguração das categorias competitivas sub-13 e sub-14 para o vôlei feminino. O clube pensa fazer o processo contrário ao que foi realizado no masculino: começar a fomentar a categoria pelas mais jovens e, depois disso, alcançar o profissional entre as mulheres. “No feminino, queremos montar as equipes sub-13 e sub-14 e caminhar com essas equipes. Quando chegarem ao sub-17, chega o momento de ter o profissional (…). Se eu tiver o sub-17, tenho a porta de entrada para a equipe adulta. Esse plano existe e quem sabe, nos próximos anos, teremos esse crescimento acontecendo”, afirma Bara.

Conforme o diretor, atualmente são cerca de 300 pessoas praticando o esporte no JF Vôlei, entre alunos das escolinhas, das categorias de base e atletas do profissional. “É um carinho muito grande que estamos tendo com os nossos núcleos de iniciação, que retornaram às aulas presenciais há poucas semanas”, conta.

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