Ícone do site Tribuna de Minas

Bate-bola entre duas gerações

PUBLICIDADE

Além dos treinos, o dia ontem foi de compromisso com a garotada para três jogadores e um dos integrantes da comissão técnica da equipe de vôlei da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que se prepara para a disputa da Superliga Masculina 2012/2013. Os líberos Fábio Paes e Tatinho, além do levantador Danilo Gelinski e do auxiliar-técnico André Silva – que disputou a edição 2011/2012 da maior competição nacional como levantador do time local -, visitaram a unidade que promove treinamentos para crianças no Bandeirantes, na Escola Municipal Fernão Dias Paes.

O núcleo, uma das duas unidades do projeto social do vôlei da UFJF na cidade – o outro funciona em Santa Cruz e será visitado na próxima semana -, recebeu com a visita dos integrantes do time principal novas bolas para o treinamento das mais de 60 crianças entre 11 e 15 anos. Tatinho, Danilo e Fábio ainda bateram bola com os alunos.

PUBLICIDADE

A garotada gostou da visita dos profissionais e pôde conferir como são de perto os representantes de Juiz de Fora na Superliga. "Achava que eles eram mais altos, mas os líberos e o levantador são mesmo os mais baixos da equipe", disse a jovem Carolina Dotta, 14 anos, do alto de seus 1,70m. "A vinda deles aqui foi muito boa para dar um incentivo a nós, para continuarmos a treinar firme. Estou no projeto desde o início (em abril de 2012) e pretendo ser jogadora. E, claro, vou lá no ginásio (da Faculdade de Educação Física e Desportos) torcer por eles."

Segundo André, que além de ser integrante da comissão técnica da UFJF é o coordenador dos núcleos sociais do projeto, o grupo respondeu bem ao chamado de integração com a garotada. "Muitos nem sabiam que havia esse lado social e se ofereceram para participar também. Isso é muito bacana, é benéfico para ambas as partes e, além de estarmos dando oportunidade para os mais jovens terem contato com o vôlei, também formamos nossa torcida. Esse troca de energia é importante", considera o ex-levantador.

Os jogadores voltaram ao passado com a visita. "Eu mesmo comecei assim, em um núcleo do time da minha cidade, depois fui indicado para ir para o clube e, hoje, sou um jogador profissional. A gente sente aqui essa emoção no contato com eles e sabe que os inspira de alguma forma. Contamos com a torcida deles também nos jogo, muitos disseram que nos viram na televisão, e isso é bem bacana", resumiu Gelinski, natural de Gravataí, no Rio Grande do Sul.

Sair da versão mobile