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Financiamento coletivo para apoiar o vôlei

supervisor do time heglison toledo diz que doacoes serao a partir de r 30 leonardo costa16 05 16

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Supervisor do time, Heglison Toledo, diz que doações serão a partir de R$ 30 (leonardo costa/16-05-16)

Supervisor do time, Heglison Toledo, diz que doações serão a partir de R$ 30 (leonardo costa/16-05-16)

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Trazer a torcida para dentro da quadra, delegando ao torcedor um papel efetivo no processo de manutenção da equipe do JF Vôlei. Este é o objetivo da campanha lançada ontem pelo projeto. A iniciativa busca financiamento coletivo para que o grupo possa montar seu elenco e disputar a próxima edição da Superliga de vôlei. Por meio de uma plataforma on-line, disponibilizada no site do JF Vôlei, torcedores e empresas poderão contribuir com doações, a fim de manter a equipe em atividade.

De acordo com o supervisor do time, Heglison Toledo, o sistema é inovador e está sendo desenvolvido em parceria com a empresa Colabore, que acumula experiência neste tipo de financiamento, também conhecido como crowdfunding. “Qualquer pessoa vai poder contribuir. O torcedor irá se cadastrar e fazer a sua doação, que começa com o valor de R$ 30, mas não tem limite. O objetivo, numa primeira fase, é arrecadar R$ 100 mil. Valor que irá nos servir como base para montarmos nosso elenco”, destacou Heglison. Segundo ele, atualmente a equipe não está formada, e o orçamento pretendido terá como meta formar um time competitivo. “Nosso planejamento é estar forte para a participação em amistosos nacionais e internacionais, no Campeonato Mineiro e na Superliga/2016-2017”.

A diretora comercial da Colabore, Fabiana Medina, se mostra otimista. “O crowdfunding ainda não é muito conhecido no Brasil, mas já existe em todo o mundo. Não vai trazer benefícios somente para o time, mas para toda a cidade e também para a própria empresa”, afirmou Fabiana, acrescentando que a Colabore trabalha de forma profissional, mantendo contato direto com o cliente, o que não é observado em outras plataformas. “Temos um contrato e transparência nos valores recebidos. O doador poderá consultar, a toda hora, quanto já foi doado na própria plataforma. Além, de poder contar com uma prestação de contas”, ressaltou a diretora.

Para o coordenador do projeto, Maurício Bara, a equipe atravessa uma fase na qual precisa buscar diferentes alternativas. Nesta perspectiva, o financiamento coletivo surge como uma boa nova. “É uma medida que vem sendo discutida há um ano e só não conseguimos implantar anteriormente em função de algumas instabilidades. Na nossa situação, temos que trabalhar com vários tentáculos e esta plataforma é um deles, além de democratizar as formas de ajuda à equipe. Às vezes as pessoas querem ajudar, mas não sabem como. Esta é uma estratégia que vai atender, por exemplo, a uma empresa que não tenha recursos para atingir uma cota alta de patrocínio, assim como nossos torcedores.”

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