
Glaysson só foi vazado em oito dos 18 jogos que disputou (Leonardo Costa)
O Tupi inicia hoje a viagem rumo à Série B. Após o treinamento final no Estádio Municipal, o Alvinegro se despede de Juiz de Fora no fim da tarde rumo ao Rio de Janeiro. Amanhã a delegação decola para Maceió e, no domingo, parte para Arapiraca, local do jogo decisivo contra o ASA-AL, segunda, às 20h30. Levando na bagagem a vitória por 2 a 0 da primeira partida, basta ao Carijó não sofrer gols para confirmar a vaga. Uma missão para Glaysson, que não foi vazado em dez dos 18 duelos disputados na Série C.
“Sabemos que nesses jogos decisivos a responsabilidade do goleiro já é grande. Estou tranquilo, trabalhando forte para fazer uma grande partida. Profissionalmente será uma realização muito grande (se o acesso vier). Espero que sejamos bem sucedidos nessa jornada”, afirma Glaysson, que mesmo nos oito jogos em que sofreu gols, a repetição de apenas dois placares não seriam úteis ao Tupi: as derrotas fora de casa para Juventude (2 a 0) e Londrina (3 a 0).
Mesmo que a defesa Carijó seja vazada, a equipe juiz-forana chegará à Série B caso a derrota seja por 1 a 0, ou por dois gols de desvantagem desde que balance a rede do ASA. E para evitar o sufoco no território inimigo, o ataque não quer o papel de coadjuvante.
“É uma oportunidade única”, admite o atacante Felipe Augusto. “Além de poder colocar o nome na história do clube, para a minha carreira será muito importante. Estamos bem preparados e focados nessa decisão, sabendo que podemos entrar para a história de um clube. Precisamos fazer um bom jogo, não só marcando, mas também impondo nosso ritmo.”
Além da maioria de possibilidades de resultados ser favorável ao Carijó, somente se a equipe alagoana devolver o placar de 2 a 0 do primeiro jogo a definição do classificado será na cobrança de pênaltis.

