Segue hoje a série de partidas da UFJF contra as melhores equipes de vôlei do Brasil. Paralelamente, também será iniciada uma sequência de dois confrontos simplesmente contra o melhor time do país na atualidade, Sada/Cruzeiro, ambos fora de casa, no Ginásio do Riacho, em Contagem. Hoje, às 20h, o embate vale pela segunda fase da Copa Brasil de Vôlei. A competição é eliminatória simples, portanto quem vencer esta noite avança para a fase final do torneio, marcada para os dias 22 e 24 de janeiro, em Campinas, e para a qual os donos da casa, o Brasil Kirin, já estão classificados.
Desde o começo de 2015, a Federal tem encarado os principais times do país. Pela Superliga, perdeu fora de casa para o Brasil Kirin, então segundo colocado e atual terceiro da competição, por 3 sets a 0. Mas no último fim de semana deu uma demonstração de força, vencendo o Sesi, então na terceira posição e hoje quinto da tabela, por 3 sets a 2. A sequência só termina exatamente contra o Cruzeiro, no próximo sábado, às 17h, também em Contagem.
Para o técnico da UFJF, Alessandro Fadul, os embates tendem a fazer o nível do vôlei de seu time evoluir. “Se quisermos avançar tanto na Copa Brasil e subir na classificação da Superliga, temos que jogar cada vez melhor contra esses times gigantes. São partidas que vão nos exigir muito. E isso é muito bom”, celebra o comandante juiz-forano.
Para Fadul, os dois jogos em sequência contra o Cruzeiro esta semana tendem a ser igualmente complicados, mas com características diferentes. “Serão duas partidas extremamente difíceis, porém com características muito diferentes. Pela Copa Brasil, o jogo será eliminatório, e um momento bom pode levar uma das equipes à próxima fase. Já no sábado, pela Superliga, talvez o fato de precisarmos pontuar, e o Sada nem tanto, possa trazer um pouco de tranquilidade para a equipe deles”, prevê.
De fora
Embora tenha melhorado das dores no ombro direito, o central Victor Hugo ficou de fora da viagem à região metropolitana de Belo Horizonte. Mais uma vez, Tarcísio Guinter será o titular da posição, substituindo o terceiro melhor bloqueador da Superliga, atrás apenas do também central e companheiro de equipe Ialisson e do líder das estatísticas na competição, Riad, meio de rede do Sesi. De acordo com o treinador, Victor Hugo só volta quando estiver 100% recuperado. “Não adianta colocarmos ele em quadra para forçar a 70% ou 80% e agravarmos alguma lesão, podendo perdê-lo para a sequência de confrontos diretos que teremos na Superliga. O Tarcísio encaixou bem no time, tem correspondido, e o Ninão, que entra para fazer parte desse revezamento, também vem crescendo”, elogiou Fadul.
