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Bruno Henrique tem suspensão reduzida pelo STJD e é liberado para jogar

bruno henrique reproducao instagram flamengo

Foto: Reprodução Instagram Flamengo

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O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) retomou nesta quinta-feira (13) o julgamento do recurso de Bruno Henrique e decidiu cancelar a suspensão anteriormente imposta ao jogador do Flamengo, substituindo-a por uma multa de R$ 100 mil. A maioria dos auditores votou pela redução da pena, permitindo que o atacante esteja liberado para voltar a jogar.

Cinco dos oito auditores acompanharam o voto do relator Marco Aurélio Choy e votaram pela absolvição de Bruno Henrique, aplicando apenas a multa. Os auditores Sérgio Furtado Coelho Filho, Marco Aurélio Choy, Rodrigo Aiache, Antonieta da Silva e Marcelo Bellizze foram favoráveis à decisão. Já Maxwell Borges Vieira, Mariana Barreiras e Luiz Felipe Bulus votaram pela manutenção da punição, sendo que os dois primeiros sugeriram uma suspensão de 270 dias e multa de R$ 75 mil, enquanto Vieira propôs a manutenção de 12 jogos de suspensão, com caráter educativo.

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Bruno Henrique havia sido punido com 12 partidas de suspensão devido à sua possível participação em apostas esportivas, conforme investigação da Polícia Federal (PF). O jogador recorreu da decisão e, enquanto aguardava o julgamento, continuou atuando com efeito suspensivo concedido pela justiça desportiva. No último domingo (9), ele marcou o gol da vitória do Flamengo sobre o Santos.

O julgamento, iniciado na segunda-feira (10), foi retomado nesta quinta-feira após pedido de vista do auditor Marco Aurélio Choy. Durante a retomada, o relator Sérgio Furtado sugeriu a retirada da suspensão e a aplicação apenas da multa de até R$ 100 mil.

Em setembro, o Tribunal havia condenado Bruno Henrique a 12 jogos de suspensão, mas o atacante recorreu e seguiu em campo com o efeito suspensivo. A investigação da PF apurou que ele teria forçado um cartão amarelo de forma deliberada durante a partida entre Flamengo e Santos, em novembro de 2023, para beneficiar apostas, incluindo membros de sua própria família.

O auditor Luiz Felipe Bulus destacou a gravidade de forçar um cartão amarelo: “É evidentemente antiético. A regra perde o sentido. Como vai provar que foi o clube que mandou ele forçar o cartão?” Por sua vez, a auditora Mariana Barreiras afirmou que o caso de Bruno Henrique tem semelhanças com crimes investigados pela operação Penalidade Máxima, em 2023. “Ele pode não ter sido um aliciador direto, mas topou entrar em um grupo para fazer algo ilícito”, disse Barreiras.

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No entanto, os outros seis auditores entenderam que o cartão amarelo não teve influência no resultado do jogo contra o Santos e decidiram descartar qualquer punição adicional ao jogador.

Bruno Henrique participou da sessão remotamente, com atraso de 45 minutos, e foi representado por seus advogados Michel Asseff Filho, Alexandre Vitorino Silva e Ricardo Pieri Nunes.

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O STJD é a última instância do Tribunal, mas o caso ainda pode ser levado à Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça.

Resumo desta notícia gerado por IA

*Texto reescrito com o auxílio do ChatGPT e revisado por nossa equipe

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