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Verba semestral para o Tupi

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Presidente da Câmara, o vereador Rodrigo Mattos (PSDB) apresentou um projeto de lei que pretende alterar legislação vigente que garante apoio financeiro do Município a equipes de futebol profissional da cidade. O texto apresentado pelo tucano, que iniciou tramitação na última quinta-feira, pretende flexibilizar a forma de pagamento. A nova redação do texto permitiria um repasse de R$ 360 mil anuais que poderia ser feito em 12 prestações (de R$ 30 mil) ou em duas parcelas de R$ 180 mil, que deveriam ser quitadas a primeira até o dia 28 de fevereiro e a segunda até o dia 1º de julho.

Assim como na redação anterior, a adequação da lei pode beneficiar o Tupi, único clube profissional da cidade, que, este ano, disputa a primeira divisão do Campeonato Mineiro e a Série B do Campeonato Brasileiro. Assim, a proposição altera o trecho da lei vigente que autoriza o auxílio “no período que estejam disputando os campeonatos da primeira divisão, organizados pela Federação Mineira de Futebol e Confederação Brasileira de Futebol”, com o repasse de R$ 30 mil mensais, sem, contudo, garantir um valor anual.

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A nova redação sugerida pelo tucano pretende garantir o apoio durante o período em que os clubes “estejam disputando o Campeonato Mineiro da primeira divisão e o Campeonato Brasileiro, organizados pela Federação Mineira de Futebol (FMF) e Confederação Brasileira de Futebol (CBF)”. Após sua formalização, o projeto de lei está tramitando nas comissões do Legislativo, estando, neste momento, sob os cuidados da Comissão de Legislação, Justiça e Redação.

‘Ajuda no planejamento’

Com dificuldade para ampliar a arrecadação em patrocínios, a diretoria carijó vê com bons olhos a possibilidade de receber o pagamento em duas parcelas semestrais. Segundo o vice-presidente do Conselho Gestor do Tupi, Cloves Santos, a alteração na lei poderá ajudar no planejamento do clube.

“O momento que mais precisamos de recurso é no início do ano. Vai muito ao encontro do que a gente precisa. O prefeito Bruno Siqueira e o Rodrigo Mattos nos têm dado uma atenção boa nesse sentido. É uma possibilidade interessante também para o outro lado. É um período que a Prefeitura tem uma possibilidade maior de arrecadação”, diz Cloves Santos.

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Entre passagens aéreas para reunir o elenco e recursos destinados como caução para a moradia dos jogadores, os gastos do Alvinegro no início de cada temporada crescem ainda mais com as taxas de inscrição de atletas, recolhidas tanto pela Confederação Brasileira de Futebol, quanto pela Federação Mineira de Futebol, despesas avaliadas em quase R$ 40 mil.

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