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Tudo embolado na rabeira

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Repetindo a sina desta Série C de dominar a maior parte do jogo sem conseguir finalizar com competência, o Tupi ficou no empate de 1 a 1 com o Santo André, no ABC Paulista, ontem. Os gols saíram no segundo tempo, com o meia Bady abrindo o placar para os paulistas, de falta, e o centroavante Alexandro empatando para o Carijó em cobrança de pênalti.

A igualdade, que mantém o time juiz-forano na lanterna do grupo B, só não fez mais estrago pois a Chapecoense venceu o Brasiliense, que, assim como o Carijó, luta para não cair. No próximo sábado, o Tupi, em novo compromisso fora de casa, pela sétima rodada do returno da Terceirona, pega justamente o time de Brasília, às 16h, no Serejão.

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Precisando da vitória para tentar escapar da zona de rebaixamento pela primeira vez nessa Série C, o Alvinegro começou saindo para o jogo e tendo as melhores oportunidades, principalmente nas bolas paradas. Logo aos 4 minutos, o meia Glauber cobrou escanteio da direita com a canhota, direto para gol, obrigando o goleiro Marcelo Bonan a fazer grande defesa. Aos 10, foi a vez de o volante George, de falta, obrigar o arqueiro do Ramalhão a salvar sua equipe.

Depois de um início de jogo com domínio dos juiz-foranos, os donos da casa começaram a se soltar. O Santo André passou a ameaçar principalmente nas jogadas armadas pelo meia Bady e com a velocidade do atacante Borebi. Já o Tupi passou a não conseguir mais segurar a bola em seu campo de ataque nem imprimir velocidade aos contra-ataques.

Após errar principalmente no último passe das jogadas de ataque, o Tupi fez uma grande pressão no final do primeiro tempo em busca da abertura do placar. Mas, apesar do maior volume de jogo do Carijó, o empate de 0 a 0 foi para os vestiários com os dois times.

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Bola parada

Se na etapa anterior foi o Tupi quem teve as primeiras chances na bola parada, no segundo tempo foi do Santo André a oportunidade, aos 4 minutos, na cobrança de uma falta, e Bady não desperdiçou. O meia cobrou infração da esquerda direto, a bola passou pelo meio da barreira, o goleiro Rodrigo não alcançou, e o placar foi inaugurado pelos donos da casa.

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Perdendo e vendo suas chances de permanência na Série C ficarem extremamente escassas, o Tupi partiu para cima. Aos 12 minutos, em cobrança de falta, George obrigou Marcelo Bonan a trabalhar novamente, evitando que a bola entrasse em seu ângulo superior direito.

Na pressão, aos 18 minutos, o centroavante Alexandro foi derrubado na área pelo lateral-direito Nequinha, e o árbitro Bráulio da Silva Machado marcou pênalti. Na cobrança, aos 20, o próprio camisa 9 colocou no canto direito de Bonan e empatou o jogo em 1 a 1. Um minuto depois, após cruzamento da esquerda, o atacante Cadu, que havia entrado no segundo tempo no lugar de Junai, chutou forte do bico esquerdo da pequena área, Rodrigo salvou o Tupi na primeira e, no rebote do próprio Cadu, o arqueiro do Carijó evitou o gol de novo.

Depois do empate, o jogo ficou aberto, porque o Tupi partiu para tentar a virada. Repetindo a situação recorrente na Série C, o Carijó tinha mais presença ofensiva, mas não conseguia finalizar com eficiência. Em exemplo literal disso, aos 43 minutos, após a bola sobrar limpa para o atacante Cassiano, substituto de Fabinho na segunda etapa, na entrada da pequena área, ele chutou por cima. No último contra-ataque, aos 48, o volante Léo Salino escapou pela direta e cruzou para o meia Hugo, que entrou na vaga de Allan, mas o armador não dominou. Em seguida, o juiz soprou o apito final.

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