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Massa é contra asas móveis no GP da Malásia

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O brasileiro Felipe Massa mostrou estar preocupado com o uso do dispositivo que aciona a mobilidade da asa traseira dos carros da Fórmula 1, melhorando a aerodinâmica do monoposto e dando mais velocidade a ele. Para o piloto da Ferrari, a possível liberação do uso do sistema nas duas retas do circuito de Sepang, na Malásia, onde ocorre a próxima etapa do Mundial de F1 neste final de semana, seria um erro para a competitividade da prova.

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O plano inicial da FIA era de liberá-lo apenas na reta principal do traçado, mas depois a possibilidade de aproveitá-lo na reta secundária também foi considerada. Algo que, para Massa, se faria os fãs apreciarem a quantidade de ultrapassagens, as tornaria muito mais fáceis para os pilotos.

Com a asa traseira móvel a situação vai ficar interessante aqui, porque neste momento o plano é liberar o uso do dispositivo na reta em frente aos boxes, mas em Sepang a reta secundária é bastante longa. Isso ofereceria muito mais chances de ultrapassagem. Então esperaremos a decisão da FIA, afirmou, pondo-se contra a liberação.

A decisão certa precisa ser tomada pela entidade. Pessoalmente, não acho que seria a melhor medida, porque acho que tornaria tudo muito fácil. Você precisa ter o melhor acerto antes de ajudar as ultrapassagens e ter muitas repetições delas. Em Sepang, as duas retas são subsequentes, e você pode deixar de passar na primeira para ficar mais próximo e fazer a manobra na segunda, argumentou.

Apesar do incômodo com a situação, Felipe afirmou que a Ferrari irá se recuperar depois de um problemático Grande Prêmio da Austrália, trazendo mudanças à Malásia. Ninguém na Ferrari ficou satisfeito com nosso desempenho como um todo e no resultado da prova, e muito trabalho foi feito para entender porque a prova não correspondeu às nossas expectativas e para planejar a continuidade do nosso trabalho neste final de semana, finalizou.

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