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Reencontro, agora na Série B

rafael santos ganha a vaga do lesionado glaysson no gol leonardo costatupifcespbr

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Rafael Santos ganha a vaga do lesionado Glaysson no gol (Leonardo Costa/tupifc.esp.br)

Rafael Santos ganha a vaga do lesionado Glaysson no gol (Leonardo Costa/tupifc.esp.br)

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Pela sexta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, chegou a vez de o Tupi medir forças com um adversário de lembranças recentes ruins dentro das quatro linhas. O Alvinegro juiz-forano visita o Londrina, hoje, no Estádio Do Café (PR), às 16h. Em 2015, as duas equipes se encontraram quatro vezes na Série C. Na fase classificatória, duas vitórias do Tubarão. Já nas semifinais, empates sem gols e vitória paranaense nas cobranças de pênaltis. Único titular da equipe de Santa Terezinha em 2015 que possui presença confirmada no duelo de hoje, o volante Rafael Jataí rechaçou o espírito de revanche. “Não tem até porque mudou tudo praticamente. Mas ano passado o Londrina foi clássico contra a gente. Os dois jogos da semifinal foram muito difíceis e os da primeira fase nem conto porque eles nos pegaram ‘quebrados’, quando disputávamos a Copa do Brasil ou já classificados, com o time reserva. Quando foi valendo mesmo, na semifinal, foram dois empates em jogos muito difíceis. Estamos precisando ganhar deles porque só empatei ou perdi”.

Se na temporada passada as equipes ocuparam a parte de cima da tabela ou já haviam sacramentado o acesso, neste início de Série B o Galo ocupa a 18ª colocação, na zona de rebaixamento, somando 3 pontos, enquanto o Londrina, agora com o artilheiro Keirrison, é 12º com 6 pontos. Do lado visitante, o técnico Ricardo Drubscky, publicamente ainda buscando a formação mais efetiva dentro de seus conceitos de jogo, confirmou a estreia de Rafael Santos no gol, substituindo o goleiro Glaysson, no departamento médico, e a manutenção de Recife. Quem treinou como titular e deve voltar ao time é o lateral-direito Filippe Formiga. O mistério, porém, está no setor ofensivo, criticado pelo torcedor e avaliado por Drubscky. “A bola está teimando em não entrar, mas isso faz parte do jogo e acredito que essa fase vai passar. Procuro sempre fazer minha equipe jogar, treinamos sempre de uma maneira equilibrada para criar recursos ao ataque, então estamos sempre buscando opções dentro do elenco e com táticas para fazer o time sempre procurar vencer”.

Entre as alternâncias estudadas há a opção de qualificar a criatividade e marcação por pressão, por mais posse de bola e chances de gol. Marcos Serrato não treinou como titular, ao contrário de Henrique, Jonathan e Thiago Silvy formando linha à frente dos meias defensivos. “Confesso que não tenho essa preocupação de ser uma equipe mais ou menos defensiva ou ofensiva. Procuro sempre equilibrar o time. Temos três desenhos que podemos usar: o 4-2-3-1, 4-3-3 e 4-1-4-1, que a gente tem feito, então, diferente de por três jogadores com características de volante ou dois volantes e um meia, quero que minha equipe sempre tenha poder ofensivo. Jogamos duas ou três partidas com os três homens ditos volantes, o Marquinho (Serrato), Gabriel (Sacilotto) e Jataí, e a equipe apresentou ‘n’ situações de gol. Então o importante não é simplesmente a característica do jogador, que influi também, mas os conceitos que você trabalha. Acredito que com qualquer formação o Tupi sempre vai ser uma equipe que busca fazer o gol”. Apesar da goleada diante do Paysandu por 5 a 1, o Tupi só marcou duas vezes nos outros quatro compromissos, já tendo sofrido sete tentos.

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