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Grasseli coloca o Tupi no ataque

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O técnico Alexandre Grasseli teve à disposição ontem quase todo o elenco do Tupi, com exceção do goleiro Rodrigo, que ainda se recupera de torção no tornozelo e é desfalque quase certo no jogo de amanhã, às 17h, contra o Nacional de Nova Serrana, em Juiz de Fora. O lateral-direito Flávio, o meia Michel Cury e o volante Lucas Silva, que ficaram de fora do treinamento de quarta-feira, com dores no tornozelo, reintegraram a equipe. Após ser poupado devido a uma bolha no pé, o lateral-esquerdo Carlão também treinou normalmente ontem, mais tranquilo após ter a documentação liberada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Mesmo com o departamento médico mais vazio, Grasseli ainda não bateu o martelo sobre quem vai entrar em campo no jogo de amanhã, no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio. Durante os coletivos da semana, no entanto, predominaram entre os titulares o goleiro Vitor Hugo, o lateral-direito Flávio e os zagueiros Silvio e Wesley Ladeira. Com a liberação de Carlão, é esperada a escalação do jogador para a lateral-esquerda. No meio de campo, Grasseli tem mantido Jailton, Léo Salino e Henrique, revezando os meias Michel Cury e Ulisses. No ataque, a dupla Allan e Ademilson completa o elenco Carijó.

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Sem teste

O Tupi vai entrar em campo sem a vantagem de testar o gramado do Municipal, que passa por revitalização desde dezembro e só deve ser liberado para treinos no dia 27 deste mês. O gramado está apto para a partida e tem apresentado ótima resposta ao tratamento feito. Entretanto, a qualidade máxima só poderá ser percebida daqui a algumas semanas, explica o assessor da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), Leonardo Beire. A comissão técnica do Carijó tenta negociar um treino rápido, de, pelo menos, 20 minutos, hoje pela manhã.

Dos titulares que devem entrar em campo, a maioria já conhece bem o estádio. Com as intervenções no gramado, no entanto, até os habituados ao Municipal podem estranhar o piso nos primeiros minutos do jogo. Sem conhecer como está o gramado, a gente perde uma vantagem importante que teríamos. Mas, depois de 10 ou 15 minutos, já dá para saber se vamos precisar fazer um passe mais forte ou mais fraco, espera o meia Léo Salino.

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