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Meia Léo Salino está de volta ao Tupi

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Depois de anunciar a volta do zagueiro Fabrício Soares, a diretoria do Tupi confirmou ontem o retorno de mais um jogador que serviu em Santa Terezinha em outros tempos. O meia Léo Salino, 26 anos, acertou com o clube juiz-forano até o final da disputa da Série C do Campeonato Brasileiro. O também meia Michel Cury é outro que pode voltar.

Nascido em Juiz de Fora, Salino começou na base do Carijó, mas se profissionalizou no América-MG. O jogador, que tem passagem por clubes como Caxias, Uberlândia, Ipatinga e Oeste, estava no Villa Nova, de Nova Lima, onde disputou a Série D do Brasileiro desta ano, na qual sua equipe foi eliminada pela Anapolina, que mais tarde perderia a vaga na Terceira Divisão para o Tupi. Ainda pela associação da região metropolitana de Belo Horizonte, o meia jogou a Taça Minas Gerais, na qual seu time caiu nas semifinais para o Ipatinga.

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Pelo Tupi, o meia marcou o gol do título da Taça Minas de 2008, contra o América, em Juiz de Fora, em jogo que terminou com vitória do Coelho por 2 a 1, mas consagrou o Carijó como campeão, por ter vencido a partida de ida da decisão por 3 a 1, em Belo Horizonte. Segundo o jogador, a intenção na volta a Santa Terezinha é ajudar a equipe a conquistar uma vaga na Série B de 2013. "O clube vem de uma conquista histórica, e espero fazer um bom trabalho, tanto no Mineiro quanto no Brasileiro, e ajudar na conquista de mais um acesso de divisão nacional", disse Salino ao site oficial do clube juiz-forano.

A situação de Michel Cury ainda está indefinida. O jogador ouviu ontem uma proposta da diretoria alvinegra, e as partes negociam as bases do contrato. Cury esteve no Tupi no primeiro semestre, na disputa do Campeonato Mineiro.

Assinados

Além de Salino, os primeiros campeões da Série D a acertarem a renovação de contrato já começaram a assinar os novos compromissos. O volante Assis e o lateral-esquerdo e meia Michel já formalizaram os novos documentos. A grande novidade é a duração dos acordos. Ambos vão até maio de 2013.

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"Com um contrato mais longo, o jogador tem mais segurança. Agora que o Tupi pode planejar esse tipo de compromisso, é bom. Claro, se houver alguma proposta no meio do caminho, conversaremos com a diretoria. O próprio clube pode se beneficiar desse maior tempo de duração do contrato, garantindo uma compensação financeira pela saída de atletas", avaliou Michel.

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