2012 foi estranho para o Carijó. O Tupi foi campeão do interior no Mineiro e caiu para a Série D. Mais estranho e sem explicação que isso, só aquele assalto em Santa Terezinha.
Aprendi que a virada do ano não é hora de lamentar, mas sim de visualizar boas coisas, prometer mudanças e largar velhos vícios. Não há um fumante que não prometa parar no dia 31 de dezembro. Ou um gordinho que vai largar as coxinhas de galinha e começar a dieta em janeiro. É da natureza humana visualizar, vislumbrar nessa época. Não sou diferente, mas na hora de pular as sete ondinhas, vou pedir uma mudança de comportamento.
O vício Carijó é lamentar a falta de patrocínio. Será que os empresários nunca vão olhar para o Galo?, é a frase mais comum sobre a difícil situação financeira em Santa Terezinha. Sei que é muito difícil fazer futebol sem dinheiro, mas acho que só lamentar não seja o caminho.
Zagallo diria que doismiletreze tem 13 letras. Alguns amigos entendidos de superstições e afins, garantem que 2013 é o ano do Galo. Por isso, vou pedir sorte para o Tupi reverter o fluxo e oferecer mais opções para quem pode colocar dinheiro no clube: torcida, empresários ou Prefeitura.
Sei que não é todo dia que aparece um Celso Barros e que nem sempre os empresários são bem intencionados, mas o nosso querido Galo precisa de apoio. E se ele não vier de fora, que venha de dentro, com a força da torcida que pode, sim, levantar o clube.
E que tudo se realize no ano que vai nascer.
Wallace Mattos volta a escrever neste espaço na próxima semana
