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Empresas on-line têm maior crescimento que as tradicionais

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Imagem: Pixabay

Nos dias atuais, as empresas tradicionais têm que pensar em como driblar a nova concorrência, além das que normalmente já enfrentavam. As startups on-line chegaram para brigar por consumidores e estão ganhando espaço rapidamente. Entre elas estão os pioneiros e-commerces, as empresas de serviços e as fintechs, de tecnologia financeira, que chegaram mais recentemente, possibilitando os serviços bancários totalmente online.

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Com um modelo de negócio muito mais cômodo para o cliente e para os prestadores de serviço, estas empresas contam com a tecnologia dos gadgets e estão em plena expansão na web. Em meio a tanta informação e com o mundo globalizado, os consumidores estão cada vez mais exigentes com relação à qualidade, transparência e eficiência dos serviços que necessitam.

 

Novos players substituem antigos modelos de negócio

Os serviços online são excelentes para os usuários que podem, através dos seus smartphones, baixar aplicativos que facilitam o dia a dia, oferecem muito mais opções com extrema eficácia. A tecnologia dos apps se tornou um diferencial e abriu espaço para melhorar outros serviços já existentes, como o delivery, por exemplo.

Uma recente pesquisa de uma das grandes empresas de pedido de comida on-line, a PedidosJá, mostrou claramente que os hábitos dos usuários brasileiros em relação a esse serviço mudou nos últimos anos. Aplicada no distrito Federal no primeiro semestre de 2016, o levantamento mostrou um aumento de 52% nos pedidos de comida pelo aplicativo.

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A comodidade está entre os fatores determinantes da utilização do aplicativo, mas eficiência, qualidade, segurança e economia também determinam a escolha. De fato, os números da pesquisa são bastante significativos para este setor indispensável e refletem exatamente a tendência do novo consumidor.

Assim, muitos restaurantes estão sendo abertos para atender exclusivamente em sistema de delivery. Para os empresários que apostam no novo modelo, ele representa um tipo de negócio mais “enxuto”, que requer menor investimento com mais rentabilidade. Estabelecimentos que entregam comida não precisam de um ponto comercial de grande movimento, o número de funcionários pode ser menor e as instalações são voltadas aos equipamentos, e não ao mobiliário.

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A Uber é outra startup que desponta no país com grande sucesso entre os usuários. A multinacional norte-americana de transporte privado de passageiros chegou para modernizar este serviço que antes era concentrado pelas empresas de táxis convencionais.

O app, além de ser rápido e prático, promete economia. Possui diferenciais que atraem um público que normalmente não usavam serviços de táxi, principalmente pelo alto custo. Além disso, os dispositivos eletrônicos são opções modernas, facilitam o pagamento, são rápidos e confortáveis.

O cenário dos transportes é outro que não para de lançar novidades. Com a Uber, veio a Uber Pool e outras modalidades, além de vários novatos que estão chegando ao mercado: desde apps de mototáxi até carros blindados estão disponíveis para atender qualquer tipo de necessidade dos clientes. Para os condutores, o serviço chegou numa boa hora, pois é uma boa opção para os tempos de crise no país, uma vez que está legalizado como atividade econômica.

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Os serviços financeiros também estão sofrendo uma reviravolta. As chamadas fintechs chegaram com a proposta de cumprir todas as funções bancárias, empurrando os bancos para uma reestruturação definitiva.

A Nubank, startup de cartão de crédito 100% eletrônico, oferece aos usuários vantagens como isenção de anuidade e taxas muito abaixo do mercado. O PayPal também se popularizou no Brasil. A plataforma permite que o usuário faça seu cadastro pela internet, tendo sua própria conta para realizar pagamentos ou recebimentos, além de compras por débito ou crédito. O tão “blindado” serviço dos bancos e seguradoras vai precisar se reestruturar para oferecer o que os clientes estão buscando ou se acostumar de vez com as novas concorrentes. Por enquanto elas são pequenas, mas chegaram preparadas para a futura batalha digital.

 

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