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JF perde postos de trabalho em agosto

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Na contramão do país, Juiz de Fora registrou queda na oferta de vagas com carteira assinada em agosto, encerrando o mês com saldo negativo de 0,1%, o mesmo obtido pela cidade em julho deste ano. Em termos absolutos, a cidade perdeu 140 postos de trabalho. No acumulado do ano, o saldo continua positivo, em 1,24%, somando 1.726 novas vagas, de janeiro a agosto. Em 12 meses, o resultado é melhor: 3.312 oportunidades foram criadas, um saldo de 2,41% sobre o período anterior. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho.

Considerando apenas os números de agosto, chama atenção o desempenho da construção civil, que perdeu 448 postos no mês (queda de 3,68%). A indústria da transformação abriu 126 postos no mês, e segue com o segundo melhor desempenho no acumulado do ano, com 478 novas contratações. O setor de serviços se mantém como o principal agente na ampliação do mercado de trabalho local, como 1.829 postos abertos ao longo do ano (2,25%), apesar do resultado tímido de agosto – 78 novas vagas, alta de 0,11%.

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Em agosto de 2012, a cidade registrou cenário bem diferente: foram abertas 1.165 vagas ao longo daquele mês, alta de 0,87%. No acumulado de 2012, até agosto, o saldo era de 3,85%, o que correspondia a mais de cinco mil postos de trabalho. Os destaques eram os setores de serviços e construção civil, com 926 e 134 novas vagas ofertadas, respectivamente.

No país

Brasília (ABr) – No país, foram criados 127.600 postos de trabalho com carteira assinada em agosto deste ano. O saldo representa uma melhora em relação a julho, quando foram registrados os piores índices para o mês desde 2003. Com relação a agosto de 2012, quando foram criados 100.900 postos, a performance representa crescimento de 26,46%.

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No acumulado do ano, nos oito primeiros meses, foram gerados mais de 1 milhão de postos com carteira assinada.

De acordo com os dados do MTE, os setores com os melhores desempenhos em agosto foram serviços (com geração de 64.200 empregos), comércio (50 mil) e indústria de transformação (11.300). Os setores com o desempenho mais fraco no mesmo período foram agricultura (-12 mil) e serviços industriais de utilidade pública (-448).

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Minas Gerais obteve um dos piores resultados do país, com perda de 1.714 postos de trabalho (-0,04%).

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