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Lucros do FGTS: mais de R$ 13 bilhões devem ir para trabalhadores; veja quem tem direito

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Os lucros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) passaram de R$ 14 bilhões em 2025, e a maior parte do valor deve ser dividida entre trabalhadores com carteira assinada. Parte disso é dividida com quem tem dinheiro no fundo. A decisão final é do Conselho Curador, que se reúne no dia 28 de julho.

A avaliação técnica é de que o repasse deve seguir o patamar dos anos anteriores. Desta forma, a cifra repassada aos trabalhadores deve representar quase 90% do resultado obtido, o que também deve significar mais de R$ 13 bilhões do lucro auferido pelo FGTS em 2025.

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Foto: Joédson Alves / Agência Brasil

Quem tem direito

Tem direito quem tem saldo no FGTS; trabalhadores com carteira assinada ou vínculo pela CLT; e contas ativas e inativas, desde que tenham saldo.

O valor entra automaticamente. Não é preciso pedir nem se cadastrar.

Quando o dinheiro cai

Na próxima terça-feira (28), o Conselho Curador define a distribuição. Após isto, o prazo previsto em lei para o crédito cair é até o fim de agosto.

Quanto cada trabalhador recebe dos lucros do FGTS

O valor varia conforme o saldo de cada conta e o índice definido pelo Conselho Curador. A distribuição existe desde 2017 e é paga além do rendimento normal do fundo — de 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). A proposta parte do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e, nos últimos anos, foi aprovada por unanimidade. O índice ainda será divulgado.

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Dá para sacar na hora?

Não. O valor é somado ao saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e segue as regras do fundo. O saque só é liberado em casos previstos em lei, como compra da casa própria e demissão sem justa causa.

O saldo poderá ser consultado pelo aplicativo oficial FGTS, da Caixa. Para isto, basta baixe o app (Android ou iPhone) e fazer login com CPF e senha; tocar em “Meus depósitos” ou no extrato; conferir o saldo e o crédito da distribuição.

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Entenda o FGTS

Criado em 1966, o fundo forma uma reserva do trabalhador. O empregador deposita todo mês 8% do salário em uma conta vinculada, que rende 3% ao ano mais a TR. Desde 2017, o fundo também divide parte do lucro anual com os cotistas.

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