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Nível de emprego perde fôlego

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Rio de Janeiro (ABr) – O nível de emprego continuou crescendo segundo dados divulgados ontem pela Pesquisa Mensal do Emprego, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas o mercado de trabalho brasileiro deu sinais de desaceleração. A avaliação é do coordenador de trabalho e renda do IBGE, Cimar Azeredo. A maioria dos indicadores apresenta ou estabilidade ou um avanço inferior ao observado nos últimos anos, principalmente na evolução observada de 2011 para 2012, afirmou o coordenador.

A taxa média de desocupação dos primeiros cinco meses de 2013 alcançou 5,7%, 0,18 ponto percentual menor que a observada no mesmo período de 2012. Em 2011, a taxa havia ficado em 6,4%, 0,6% maior que a do ano seguinte. Para Cimar, a redução do ritmo não se deve à dificuldade de se avançar num patamar mais baixo, pois ainda há um número de desempregados expressivos em regiões metropolitanas como São Paulo (649 mil) e Rio de Janeiro (300 mil). Parte expressiva desses desempregados são jovens, e há espaço sobretudo para programas que possam capacitá-los para o primeiro emprego.

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Na comparação de maio com o mesmo mês do ano anterior, foi a primeira vez que a taxa de desemprego nacional ficou estável, com 0% de variação, desde dezembro de 2009. Cimar, no entanto, explica que a sequência deve ser ponderada por não levar em conta ajustes sazonais. Em maio de 2013, a taxa foi de 5,8%, a mesma de abril de 2013 e de maio de 2012.

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