A necessidade de melhorar os aspectos socioeconômicos da produção de leite mineira foi um dos desafios apontados pelo subsecretário de Agronegócio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Baldonedo Arthur Napoleão, ontem, durante solenidade de abertura do 29º Congresso Nacional de Laticínio no Expominas. Minas Gerais é o maior produtor de leite do país, são 8,4 bilhões de litros por ano. Diante deste cenário, nossas preocupações consistem em aumentar a renda do produtor, para que ele tenha maior capacidade gerencial, melhorar a área de produção para fortalecer tecnicamente a atividade e a qualidade do produto para que possamos competir e ganhar novos mercados para exportação.
Com participação de autoridades políticas e das áreas de ensino e pesquisa, além de representantes do setor laticinista, o evento teve início ontem e segue até quinta-feira (19) com a expectativa de gerar R$ 140 milhões em negócios. É um evento de extrema importância para o mercado brasileiro e latino-americano, pois é o único do gênero. Aqui reunimos várias esferas do setor laticinista, aproximamos fornecedores e clientes, destacou o presidente da Epamig, uma das organizadoras do evento, professor Antônio Lima Bandeira.
Hoje, a partir das 14h, a 40ª Exposição de Máquinas, Equipamentos, Embalagens e Insumos para a Indústria Laticinista (Expomaq) e a 39ª Exposição de Produtos Lácteos (Expolac) estarão abertas à visitação do público na sede do Expominas.
Brasília (ABr) – O Fundo Monetário Internacional (FMI) rebaixou a previsão de crescimento da economia brasileira este ano, reiterando um cenário de instabilidade internacional e citando vulnerabilidades domésticas nos países emergentes. Em linha com os ajustes para baixo que têm sido feitos pelo mercado, o FMI passou a considerar que a economia brasileira vai crescer 2,5% até dezembro – previsão meio ponto percentual mais baixa do que a estimativa divulgada em abril.
Em uma atualização do seu relatório macroeconômico, o Panorama Econômico Mundial, divulgado ontem em Washington, nos Estados Unidos, o FMI observa que o ímpeto de crescimento desacelerou em várias economias emergentes, especialmente o Brasil, a China e a Índia. Isso reflete em parte um ambiente externo mais fraco, mas a demanda doméstica também desacelerou fortemente em resposta a limites da capacidade e uma política monetária restritiva no último ano.
O documento diz ainda que: (A curto prazo) a atividade em muitos mercados emergentes deve ser amparada pelo afrouxamento monetário iniciado no fim de 2011 e início de 2012 e, nos (países) importadores líquidos de combustível, pelos preços mais baixos do petróleo.
Para 2013, o FMI estima que o crescimento do Produto Interno Brasil (PIB) brasileiro chegará a 4,6% – meio ponto percentual acima da projeção anunciada três meses atrás. Segundo o fundo, o crescimento maior no ano que vem será puxado pelas obras da Copa do Mundo de 2014.
