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Indústria regional inicia o ano retraída

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No primeiro quadrimestre deste ano, a indústria regional apresentou retração em quase todos os indicadores econômicos, com exceção do emprego na comparação com igual período do ano anterior. O faturamento real foi o que apresentou maior queda (-9%), seguido por horas trabalhadas (-7,95%) e massa salarial real (-3,62). Em contrapartida, o emprego apresentou alta de 1,76%. Os dados referem-se ao desempenho da Zona da Mata apurado na Pesquisa Indicadores Industriais, elaborada pela assessoria econômica da Fiemg em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na análise de abril, ante igual mês de 2014, o cenário não difere. O faturamento real caiu 9,20%, as horas trabalhadas, 9%, e a massa salarial, 0,08%. O emprego apresentou crescimento ínfimo de 0,55%. A utilização da capacidade instalada cresceu de 86,69% para 88% de um ano para o outro.

A constatação da Fiemg é que o faturamento reduziu devido ao menor número de pedidos para o mercado nacional e internacional. O decréscimo no emprego (de 1,22% verificado em abril ante março), aliado ao menor número de dias úteis, motivou o recuo nas horas trabalhadas na produção, impactando, também, na massa salarial praticada em Juiz de Fora e região.

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Dentre os setores produtivos mapeados pela pesquisa, o têxtil sofreu maior impacto, com queda de 10,41% no faturamento real. As horas trabalhadas na produção caíram 8,28%, o empregos reduziu 2% e a massa salarial retraiu 7,75%. Em contrapartida, o de alimentos fechou o período com aumento em faturamento real (6,47%), horas trabalhadas (6,85%), emprego (5,26%) e massa salarial (5,98%), sempre considerando o cenário da Zona da Mata.

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