O valor médio da cesta básica na cidade subiu 3,35% em relação ao preço registrado na semana anterior, de acordo com pesquisa divulgada pela Secretaria de Agropecuária e Abastecimento (SAA). O conjunto de 13 produtos pode ser encontrado por R$ 248,62, cerca de R$ 8 a mais que sete dias antes, quando a cesta saía por R$ 240,57. Considerando as últimas quatro semanas, a variação foi de R$ 27,77, ou 12,57%. Os produtos que tiveram maior variação de custo se uma semana para outra foram o tomate (37,32%), a farinha de trigo especial (19,13%) e o óleo de soja (6,60%). O consumidor precisa gastar 43,45% do salário mínimo líquido – o equivalente a 13 dias de trabalho – para adquirir a cesta básica.
Brasília (ABr) – A Receita Federal informou que, das 7h do dia 14 (sábado) às 20h do dia 15 (domingo), os serviços do Fisco federal disponíveis no site www.receita.fazenda.gov.br serão interrompidos. De acordo com a Receita, a parada técnica é uma ação preventiva para manutenção das instalações elétricas do centro de dados do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) localizado na regional de São Paulo, local onde estão os computadores que hospedam os serviços prestados. Ficarão indisponíveis serviços como o Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC) , o envio de declaração por meio do programa Receitanet e os sistemas aduaneiros.
Brasília (ABr) – O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ontem que a operadora de telefonia TIM poderá ter a venda de seus serviços suspensa se não resolver os problemas de qualidade constatados pelos consumidores. Segundo o ministro, a suspensão será o último recurso do Governo para resolver a questão. Não queremos prejudicar nenhuma empresa, queremos que o serviço seja vendido, que seja expandido, queremos que seja barato. Agora, a empresa tem que entregar aquilo que vender. A empresa divulgou um comunicado ao mercado informando que segue rigorosamente as orientações da Anatel em relação à qualidade do serviço.
São Paulo (AE) – A Agência Nacional de Saúde Suplementar fixou em 7,93% o índice máximo de reajuste anual dos planos de saúde, o que tem causado controvérsia entre consumidores, empresas e especialistas do setor. Companhias como Amil e SulAmérica confirmam que aplicarão o reajuste máximo fixado, enquanto entidades como a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor consideram que o novo percentual penaliza quem tem plano individual. O índice é o máximo de reajuste que pode haver, mas as operadoras são livres para adotar índices inferiores ou manter suas mensalidades.
