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Movimento para os presentes de última hora

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Calçadão da Rua Halfeld ficou locado
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Calçadão da Rua Halfeld ficou locado

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Os juiz-foranos contaram com horário estendido no comércio para comprar nesta sábado (11) o presente do Dia das Mães. E, apesar de o movimento no Centro, cujas lojas funcionaram até as 18h, ter sido maior do que nos sábados convencionais, os consumidores não encontraram dificuldade para percorrer as ruas e galerias comerciais.

"O movimento é maior, mas as lojas não estão lotadas e estou conseguindo encontrar o que queria e no estilo que a minha mãe gosta. Normalmente, tento comprar com antecedência, mas, desta vez não deu", diz a estudante Silvia Vilela, 31 anos, que fazia compras na manhã de ontem. O aposentado João Correia Neto, 82 anos, também providenciou o presente ontem, mas para homenagear a esposa, que é mãe de três filhos. Ele diz que todos os anos presenteia a mulher com flores no Dias das Mães. "Acho que a flor tem um significado especial. Desta vez será uma orquídea."

A opção dele parece ser a mesma de muita gente, já que, conforme o proprietário da floricultura Dois Amores, Renê Mendonça, as vendas praticamente dobram nesta data. "O Dia das Mães e o Dia dos Namorados são as melhores datas para os floristas. Este ano não vai ser diferente e acredito que vamos atingir as expectativas", aposta Renê.

Em outros segmentos, ainda que o movimento não cresça como o das floriculturas, o cenário era positivo. "Temos expectativa de alcançar, no mínimo, 20% de aumento nas vendas", explica a gerente da Flanesly, Valesca Alves. Segundo ela, a variação nos preços dos presentes é grande na loja, e as opções dos consumidores vão de R$ 20 a R$ 200.

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Ainda sem números precisos sobre o resultado de ontem, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Vandir Domingos, está otimista. "A informação que temos é que as lojas estão vendendo muito, e esperamos que o objetivo seja alcançado". Para este ano, a CDL projeta crescimento de 8,9%, com picos de até 20% para os segmentos de vestuário e perfumaria. Já o presidente do Sindicato do Comércio (Sindicomércio-JF), Emerson Beloti, estima que a alta seja de até 11%.

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