Das 3,94 milhões de residências utilizadas no país para recreação e descanso, 37,1% d pertencem à classe C. Este foi o resultado de pesquisa do Instituto Data Popular divulgado ontem. As famílias da classe A respondem por 31,8% das casas e apartamentos de veraneio, e as da classe B, por 31,1% do total. Segundo o estudo, feito a partir de dados coletados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a quantidade de casas e apartamentos na praia e no campo utilizados como segunda residência cresceu mais do que o número de moradias fixas.
De 2000 a 2010, o número de residências fixas subiu 24,35%, passando de 45,8 milhões para 57 milhões de domicílios. Já o número de casas de veraneio e lazer aumentou 46,45% em dez anos, passando de 2,69 milhões para 3,94 milhões, segundo o Data Popular. Conforme o estudo, com a economia aquecida e o aumento da renda, a classe C passou a considerar mais a aquisição de um segundo imóvel. O segmento, chamado de nova classe média, reúne famílias com renda média mensal de R$ 2.374.
