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Moradores do PAR negociam condomínio

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Beneficiários do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal e Emcasa, que moram nos residenciais Vivendas da Serra I e II, no Granjas Betânia, região Nordeste, e Monte Verde, no Nova Era II, na Zona Norte, estão insatisfeitos com o reajuste na taxa de condomínio instituído pela administradora, a Pikussa Imóveis. Segundo eles, o valor de R$ 110, pago anteriormente, subiu para R$ 140 sem justificativas. A quantia representa quase 70% do valor da mensalidade do financiamento. Os três condomínios somam cerca de 350 moradias.

Moradora do Belo Vale há quase dez anos, a aposentada Isabel Cristina Xavier, 50 anos, conta que quando a administração do condomínio era feita por outra empresa, havia prestação de contas. Desta vez, o reajuste foi feito sem aviso e justificativa. Outro morador, que preferiu não se identificar, conta que a administradora oferece apenas serviços básicos e deixa demandas como a pintura na fachada dos prédios e a manutenção nas grades e na área de lazer de lado.

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Na próxima semana, segundo a assessoria da Caixa, acontecem assembleias entre os moradores e representantes da instituição, que irão discutir propostas para a redução da taxa cobrada pela administradora de condomínios, terceirizada pela Caixa para fornecer o serviço de limpeza e manutenção dos prédios. Na sexta-feira e ontem, a Tribuna tentou o contato com a Pikussa Imóveis em Juiz de Fora, mas não obteve retorno. A Emcasa informou, por meio de sua assessoria, a pasta apenas colaborou com a seleção das famílias que seriam contempladas com o benefício e não tem responsabilidade sobre a administração do condomínio.

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