Embora tenham grau de escolaridades maior que os homens, as mulheres ainda enfrentam desvantagens na forma de inserção no mercado de trabalho, na segregação ocupacional e nos rendimentos médios. Estas são algumas das constatações do Boletim PAD-MG 2011 – Mercado de trabalho e gênero, lançado ontem pela Fundação João Pinheiro (FJP). Os dados, segundo a Agência Minas, indicam que a taxa de atividade feminina ainda está abaixo da masculina. Enquanto 64,6% dos homens acima de dez anos de idade estavam inseridos no mercado de trabalho, o percentual de mulheres era de 39,9%. A taxa de atividade é a razão entre a população economicamente Ativa (PEA) e a população em Idade Ativa (PIA). A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e o Alto Paranaíba apresentavam as maiores taxas de participação feminina, 44,5% e 43,1% respectivamente.
