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Controle de produtora de alumínio é vendido por R$ 4,69 bilhões; empresa tem unidades na Zona da Mata

Controle de produtora de alumínio é vendido por R$ 4,69 bilhões; empresa tem unidades na Zona da Mata
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A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) informou, em fato relevante divulgado na quinta-feira (29), que sua controladora, a Votorantim S.A., assinou contrato para vender a totalidade de sua participação na empresa — 446.606.615 ações, equivalentes a 68,596% do capital total e votante. Com a operação, o controle da CBA deverá ser transferido para a Aluminum Corporation of China Limited (Chalco) e para a Rio Tinto.

Em Minas Gerais, a CBA mantém operações na Zona da Mata mineira, com unidades em municípios como Miraí — a cerca de 140 quilômetros de Juiz de Fora — e Itamarati de Minas — a cem quilômetros de JF —, e já apresentou, em processos de licenciamento, projeto de produção sustentável de bauxita na região, envolvendo localidades como Miraí, Muriaé — a 150 quilômetros de Juiz de Fora —, Rosário da Limeira — a 180 quilômetros — e São Sebastião da Vargem Alegre — a 160 quilômetros.

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No documento, a CBA informa que a Chalco é a principal subsidiária operacional da Chinalco e atua de forma integrada na cadeia do alumínio, enquanto a Rio Tinto é descrita como empresa global de mineração e materiais, com presença em dezenas de países e liderança na produção de minério de ferro, cobre, alumínio e minerais críticos.

Ainda segundo o documento, o preço base acertado foi de R$ 10,50 por ação, totalizando R$ 4.689.369.457,50 pela fatia vendida. O valor será ajustado pela variação do CDI até o fechamento e pode sofrer redução em caso de distribuição de proventos e outras operações societárias em benefício do vendedor no período indicado pela companhia.

O fechamento do negócio depende do cumprimento de condições precedentes e de aprovações regulatórias e concorrenciais, incluindo análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e de autoridades antitruste de outros países, além de aval de órgãos do setor elétrico, como Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), conforme descrito no fato relevante.

Ainda de acordo com a CBA, o contrato prevê que, por se tratar de alienação de controle, os compradores terão de realizar uma Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA) para os demais acionistas, garantindo tratamento equitativo aos minoritários, nos termos da legislação e das regras do Novo Mercado. A companhia também informou que os compradores avaliam, no momento, lançar uma oferta para cancelamento de registro de companhia aberta de forma concomitante à OPA, com possibilidade de reavaliação após a conclusão da operação.

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*Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe

Resumo desta notícia gerado por IA

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