“A gente queria fotos bonitas e não duras”, pontua a professora da oficina, Luciana Lopes. “Toda pessoa nasce como esta paina ao vento. Infelizmente algumas, por barreiras de classe e cor, têm seu pedaço de terra usurpado por uma sociedade que os julga indignos da mesma. E a semente fica ali, adormecida, aguardando que alguém a perceba e lhe conceda o mínimo para brotar”, escreve Renato Lopes, presidente da Associação dos Amigos (Aban), em texto de abertura do impresso. Em formato de calendário de parede, o material terá os recursos arrecadados com sua venda revertidos em prol do próprio projeto que visa a ressocialização de detentos e detentas de Juiz de Fora.
Calendário lançado nesta quinta retrata trabalho em presídios

