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Reflexão na tela

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O filme O nome da rosa será exibido hoje, às 19h, na mostra temática promovida pela Funalfa no Anfiteatro João Carriço (Avenida Rio Branco 2.234 – Parque Halfeld). A sessão gratuita é uma atividade complementar às reflexões sobre patrimônio cultural propostas pelo III Seminário memória: Patrimônio, oralidade e acervo, que este ano traz como tema Memória e esquecimento. Na produção, Sean Connery (William de Baskerville, um monge franciscano) e Adso von Melk (noviço que o acompanha) chegam a um remoto mosteiro no Norte da Itália em 1327. Baskerville pretende participar de um conclave para decidir se a Igreja deve doar parte de suas riquezas, mas a atenção é desviada por vários assassinatos no mosteiro. Ele então começa a investigar o caso, que se mostra bastante intrincando, além de os mais religiosos acreditarem que é obra do demônio. Ele não partilha desta opinião, mas antes que ele conclua as investigações, Bernardo Gui, o Grão-Inquisidor, chega ao local e está pronto para torturar qualquer suspeito de heresia que tenha cometido os assassinatos. Ao lado da guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, o motivo dos assassinatos é lentamente solucionado.

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Sean Connery vive monge franciscano

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