Em cartaz no Alameda, o drama A filha do pai, com direção de Daniel Auteil, traz história vivida no ano de 1939, no período pré-Segunda Guerra Mundial, remetendo a belas regiões da França, em um contexto rural de pequenas cidades. O humilde camponês, o poceiro Pascal Amoretti, fica dividido entre o seu senso de honra e o amor por uma de suas filhas, Patricia, que se envolve com um rico comerciante, o jovem aviador Jacques Mazel. Durante uma caminhada para levar o almoço ao seu pai, Patricia, que tem 18 anos, conhece o rapaz, com 26 anos. Eles se reencontram pela segunda e última vez em uma noite romântica. Depois disso, Jacques é enviado para combate na Segunda Guerra Mundial. Algum tempo depois, Patricia descobre que está grávida. Os pais do rapaz se recusam a reconhecer a criança, enquanto a moça é expulsa de casa. Em seguida, Jacques Mazel sofre um acidente e desaparece nas linhas alemãs. Com o desastre, os Amoretti e os Mazel tentam se reconciliar, com muita dificuldade, na esperança de recuperar um pouco do filho na criança que rejeitaram de forma tão desprezível.
A obra é inspirada no livro de Marcelo Pagnol, romancista, dramaturgo e também cineasta que escreveu uma série de clássicos populares franceses. A filha do pai é embalado pela trilha de Alexandre Desplat, de O discurso do rei, e é a estreia de Daniel Auteil como cineasta, acumulando ainda a função de ator, com o papel do pai. Patricia é encenada pela atriz Astrid Bergés-Frisbey, de Piratas do Caribe: navegando em águas misteriosas, e Jacques por Nicolas Duvauchelle, de Polissia.
Alameda 1: 15h, 17h ,19h e 21h. Classificação: 12 anos.
