Recentemente povoando a agenda da arquitetura local, a 1º Bienal Regional de Arquitetura da Zona da Mata e Vertentes, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM), vem dando o que falar. A 9º Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, que este ano tem como tema Arquitetura para todos: construindo cidadania, conta com um número recorde de participantes de Juiz de Fora, graças ao suporte do núcleo mineiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-MG), que decidiu levar os projetos vencedores da mostra juiz-forana.
São eles: Abrigo para moradores de rua, de Hudson Martins, Mobilidade e acessibilidade urbana a partir da bicicleta em Viçosa, de José Maurício de Barros, Centro de cultura e lazer Parque da Lajinha, de Lívia Rodrigues, Habitação popular utilizando elementos pré-fabricados com base nos princípios da sustentabilidade, de Pollyana de Araújo, Residencial Maiorca, de Lourenço Sarmento, Nova sede do Cave, da Mascarenhas Arquitetos Associados, Mobilidade urbana, de Thiago Felício, Casa E, de Guilherme Hallack, Loja Duomo, de Carlos Eduardo Felga e Daniele Baião, Centro de eventos, de Gustavo D’Agosto, e Revitalização e ampliação da Casa d’Itália (vencedor do prêmio Arthur Arcuri), desenvolvido pelo escritório Falabella Arquitetos.
A Bienal de Arquitetura de São Paulo acontece no prédio da Oca no Parque do Ibirapuera, projetado por Oscar Niemeyer, e em outros pontos da capital paulista. O evento começou no dia 2 de novembro e segue até o dia 4 de dezembro.
