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Minas Inédita valoriza turismo de experiência em distritos e povoados mineiros

Minas Inédita valoriza turismo de experiência em distritos e povoados mineiros
Minas Inédita valoriza turismo de experiência em distritos e povoados mineiros
Leônidas Oliveira, secretário de Cultura e Turismo, apresentou o Minas Inédita em evento na última quinta (Foto: Filipe Natanael/ Secult)
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Uma cerimônia realizada no Centro de Cultura Presidente Itamar Franco, em Belo Horizonte, na noite desta última quinta-feira (25), marcou o início do Minas Inédita, iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) de Minas Gerais. Com o propósito de fomentar a cultura e o turismo em distritos e povoados mineiros, o programa reúne, para esta edição, mais de 40 jornalistas e influenciadores para explorar diversos roteiros no estado.

Convidada pela organização, a equipe de reportagem da Tribuna de Minas participará, durante quatro dias, do roteiro Caparaó Mineiro. A jornada passa pelas cidades de Alto Caparaó, Alto Jequitibá e Espera Feliz. Dentre as atividades previstas na viagem estão visitas a cachoeiras, parques, sítios, pousadas, centros culturais, restaurantes de culinária mineira e produtores de café.

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Na abertura da solenidade, o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, apresentou uma aula magna sobre o programa Minas Inédita em que abordou e ligou, como uma costura oral, os conceitos de mineiridade, cultura, patrimônio imaterial, turismo, memória e pertencimento. Ao citar o escritor João Guimarães Rosa, com seu texto “Aí está Minas: a mineiridade”, Leônidas reafirma que não há um único modo de mineiridade, pois esta está em várias faces e formas.

“Nós queremos mostrar nesta press trip algo que ainda subjaz na mineiridade, no nosso modo de ser, ou talvez esteja presente neste lugar a forma, ou as formas de existência ainda mais bem preservadas. Por isso mesmo, antenado a todas essas correntes nacionais e internacionais que apontam para a experiência do território, do turismo comunitário, para o pequeno. Para a pequena escala, mas de valor agregado, porque está genuinamente conectado à terra, aos modos de viver e de ser.”

Itamar Franco, homem de Minas

Busco de Itamar Franco foi inaugurado durante cerimônia (Foto: Filipe Natanael/ Secult)

A programação prosseguiu para a inauguração do busto do ex-presidente Itamar Franco — também ex-governador de Minas Gerais e ex-prefeito de Juiz de Fora na década de 1960 — no complexo cultural que leva seu nome. Entre os convidados da solenidade, estavam presentes, além de Leônidas, Wilson Brumer, presidente do Instituto Cultural Filarmônica; Antonio Anastasia, ministro do Tribunal de Contas da União do Brasil; e Ruth Hargreaves, ex-assessora do político.

Em sua fala, o secretário Leônidas rememorou Itamar como um dos grandes homens que contribuíram para a cultura de Minas Gerais. Diante de sua atuação, considerou simbólico um complexo que abriga instituições culturais importantes levando seu nome. “Fazendo justiça e reparação”, manifestou.

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O ex-governador do estado mineiro, Anastasia, atual ministro do TCU, recordou momentos ao lado de Itamar Franco. Juntos, na mesma chapa, disputaram a eleição estadual em 2010, na qual ambos saíram vitoriosos e reeleitos: um para o governo e o outro para o senado. Ao falar sobre Minas, o ministro bradou: “Nós respiramos cultura e atraímos turismo”.

A seguir, também foi feita a instalação da placa inaugural da Sala Minas Gerais. A obra foi produzida pelo artista Evandro Carneiro e passa a integrar o conjunto cultural que comporta, além da sala de concertos, a Rede Minas, a Rádio Inconfidência e a Mineiraria.

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Orquestra tem contrato renovado até 2030

Ainda durante a cerimônia, o Governo de Minas renovou o contrato de gestão da Filarmônica de Minas Gerais com o Instituto Cultural Filarmônica, organização social responsável pela gestão da orquestra, garantindo a continuidade das atividades até 2030.

Para encerrar a programação, a Sala Minas Gerais recebeu o concerto do 14º Tinta Fresca, festival da Filarmônica de Minas Gerais que fomenta novos talentos da criação musical sinfônica, em que foram apresentadas as obras dos quatro compositores finalistas. Com o tema “Biomas do Brasil”, o espetáculo trouxe as composições “Cenas da Caatinga”, de Jônatas Reis; “Pau-Brasil: O Tesouro da Mata Atlântica”, de Fernando Britto; “Momentos do Caraça”, de Rodrigo Aredes, e “Suíte Refloresta”, de Jonas Hocherman.

A Filarmônica de Minas Gerais foi criada em 2008 como resultado de uma política pública do Estado e tornou-se referência nacional e internacional pela excelência artística de sua programação. A orquestra é composta por 90 músicos de diversas nacionalidades e conduzida por Fabio Mechetti, diretor artístico e regente titular.

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*A repórter viajou a convite da Secult 

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