
Cantor e compositor trabalha na gravação do novo trabalho, que deve ser lançado em 2016 (Divulgação)
O cantor e compositor Luizinho Lopes se apresenta nesta quinta-feira, às 20h30, no CCBM, no show de pré-lançamento de seu mais novo trabalho, “Pontualmente às 3”, que teve o apoio da Lei Murilo Mendes e já está em processo de gravação. Para o espetáculo, o artista será acompanhado pelo arcodeonista Toninho Ferragutti, Ricardo Itaborahy (teclados e direção musical), Dudu Lima (contrabaixos e baixo vertical), Bré Rosário (percussão), Daniel Drummond (violões e guitarra), Fabrício Conde (viola de 10), Leandro Scio (bateria), Caetano Brasil (clarinete, clarone e sax soprano), Salomé Viegas (flauta) e as cantoras Andréa Monfardini, Bruna Marlière, Juliana Stanzani e Yug Werneck.
Segundo Luizinho, ele planejava já há três meses fazer um show com as novas composições, além de várias presentes em seu último trabalho (“Luizinho Lopes ao vivo”), e que a vinda de Toninho Ferragutti serviu para acelerar o processo. “Ele veio a Juiz de Fora para gravar sua parte no meu próximo CD, então aproveitei para convidá-lo a participar do show. Como acabou topando, corri atrás para conseguir o espaço no CCBM”, conta. As gravações de “Pontualmente às 3” começaram, há duas semanas, em São Paulo, com a parte do pianista Roberto Lazarini, que fora convidado para fazer o arranjo de cordas para “Profetaria” e acabou se oferecendo para tocar piano nesta faixa. Já as gravações em Juiz de Fora tiveram início na semana passada, no estúdio Lado Bê, com produção de Ricardo Itaborahy.
“Devemos terminar as gravações em meados de outubro. Vamos gravar, ainda, três músicas com quarteto de cordas no Rio, além de violoncelos”, adianta Luizinho Lopes. “A minha previsão, sem ser muito otimista, é lançar o álbum em março de 2016.” Do total de 14 faixas que o novo trabalho deve ter, duas são regravações de canções já presentes na sua discografia, “Contando estrelas” e “Lume”, além da “Na palma da minha mão”, gravada por Tânia Bicalho. Cinco canções são mais antigas e ainda inéditas, enquanto que outras seis foram compostas a partir de abril. “Este será o primeiro disco sem pareceria, todas as letras e músicas são minhas. Quis me dar ao luxo de me testar como poeta, pois geralmente eu faço a melodia, e meus parceiros poetas, escritores, se encarregam das letras”, explica.
LUIZINHO LOPES
Nesta quinta-feira, às 20h30
CCBM
(Avenida Getúlio Vargas 200)

