
Nesta sexta-feira (24), o show “O Azar é meu?”, do humorista Flávio Andradde, chega ao Teatro Solar, em Juiz de Fora. É a primeira vez do artista na cidade, e a apresentação em stand up passeia por diversas histórias azaradas da sua vida, trazendo observações curiosas sobre momentos que poderiam dar completamente errado e que no final se tornaram uma grande piada. Com bom humor, ele faz reflexões sobre a vida, relacionamentos amorosos e até mesmo fala sobre música. Os ingressos estão abertos para vendas.
Se momentos ruins acontecem, ao menos eles geram histórias para contar. É o que parece que Flávio incorpora, ao criar o seu show e reunir uma série de eventos de sua vida que acabaram “dando errado”. “Trouxe várias histórias que já passei na vida, histórias que eu me dei mal, histórias da adolescência, do colégio, de amigos. Tentei buscar algumas dessas histórias e juntar em um show, transformar em um formato divertido, para que as pessoas se divirtam. Ficou uma experiência muito legal”, conta. Para ele, o humor é capaz de curar qualquer coisa, e por isso mesmo confia na capacidade de transformar momentos desagradáveis em boas risadas.
Por ser sua primeira vez em Juiz de Fora, ele conta que está muito empolgado para fazer o show. “Chegar em uma cidade pela primeira vez dá aquela euforia para subir ao palco. Esse show já passou pelo país inteiro, e sempre foi muito legal e divertido”, conta. Em sua visão, levar essas histórias adiante foi o que acabou tornando cada uma delas ainda melhor. “Para mim, não tem nada melhor do que, com humor, levar essas histórias adiante junto com as pessoas, e dar risada, porque hoje são só lembranças e são compartilhadas pelo país inteiro”, reflete.
Os espectadores do show podem esperar uma coisa: “Muita energia boa, sorriso no rosto e alegria”. Apesar de contar histórias que poderiam ter deixado marcas, ele entende que é preciso transformar isso em arte, em algo espirituoso e que seja aproveitado por mais gente. “É isso que eu tento passar em tudo que eu conto e falo. Quero que o público sinta alegria junto comigo, e que a gente possa sair pelo menos um pouquinho mais leve do que chegamos”, conta.
