Uma espiral de massa macia polvilhada com açúcar e canela recheada com creme carregado de pedacinhos de maçã. "O gostoso dessa receita é que os pedaços de maçã dão um contraste com a textura da massa, e a canela dá um toque bem suave, um arremate, uma lembrança que finaliza perfeitamente o rocambole, e cai muito bem para o café da tarde", diz o publicitário Marcelo Kneip, idealizador da Rocamboleria, recém-aberta na cidade, que traz a tradicional iguaria em diversos sabores, como goiabada, creme de frutas vermelhas, creme de abacaxi, banana e chocolate, chocolate com nozes, entre outros. "Queria abrir um negócio na área de gastronomia, mas que fosse algo diferente, com identidade própria, então pensei nos rocamboles, que são tradicionais, mas ao mesmo tempo uma novidade, já que a cidade não tinha uma loja dedicada a eles."
A variação de maçã com canela vem do caderninho de sua tia-avó Teresa, doceira de mão cheia, e a primeira dica de Marcelo, obedecendo a tradição familiar, é na escolha das frutas para o recheio. "Para este rocambole, quanto mais maduras estiverem as maçãs, melhor, porque o sabor fica mais vibrante. A fuji é a melhor variedade para esta receita, por ser menor", orienta ele, dando o segredo de um dos momentos cruciais para o rocambole: a hora de enrolar a massa. "Tem que ser enrolada logo que sair do forno, sem esperar esfriar."
