
NA MESMA LINHA
A irreverência e carisma de MARIANA XAVIER logo a transportam para o universo da comédia. Após a boa repercussão de seu desempenho em “Além do horizonte” e como repórter no “Vídeo show”, a atriz reforça seu trabalho no gênero em “I love Paraisópolis”, título provisório da próxima novela das sete. Enquanto não conquista papéis mais dramáticos na televisão, Mariana afirma se sentir confortável nos núcleos cômicos. “Não sou humorista. Sou uma atriz que faz comédia bem. Mas entendo que a TV trabalha bastante com a questão dos estereótipos. Acho natural seguir nesse caminho até que eu consiga uma certa autonomia ou alguém me dê uma oportunidade dramática no vídeo”, explica. Na história, a atriz será Claudete, uma jovem que cresceu ao lado das protagonistas Marizete e Danda, interpretadas por Bruna Marquezine e Tatá Werneck. “Ela vai ser bem assanhada e aprontar todas. Vai deixar o pai moralista sempre preocupado”, adianta. O convite para Mariana participar da novela partiu da produtora de elenco do projeto, Márcia Andrade. No entanto, o nome da atriz já havia sido cogitado por Alcides Nogueira, que divide a assinatura da trama com Mário Teixeira. “É muito bom ser lembrada. A sensação é de que estou em outro estágio da minha trajetória. Mas se tivesse feito teste, seria maravilhoso também. Nessa carreira não há linha de chegada”, aponta.
TURMA LOTADA
A equipe de autores de “Babilônia”, próxima novela das nove, terá um reforço intenso. Além do trio titular formado por Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, a trama contará com sete colaboradores. São eles: Ângela Carneiro, Chico Soares, Fernando Rebello, João Brandão, Luciana Pessanha, Maria Camargo e Sérgio Marques.
GENTE QUE CHEGA
“Império” ganhará um novo personagem em breve. André Gonçalves entrará na trama de Aguinaldo Silva como Etevaldo, percussionista que toca bumbo na bateria da fictícia escola de samba do folhetim. O personagem acabará se envolvendo em um triângulo amoroso com Amanda e Leo, interpretados por Adriana Birolli e Klebber Toledo. O último trabalho do ator na TV foi na “apagada” “Geração Brasil”.
ALÍVIO NOTURNO
As altas temperaturas do Rio de Janeiro modificaram o cronograma de gravação de “Pé na cova”. Por conta do forte calor, diversas cenas feitas na cidade cenográfica do Projac, complexo de estúdios da Globo, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, serão realizadas na parte da noite. Miguel Falabella trabalha na adaptação das sequências para o período noturno.
BONDE ANDANDO
Priscila Fantin começou a gravar suas primeiras cenas em “Boogie Oogie” na última quinta, dia 22. A atriz foi convidada pelo diretor de núcleo Ricardo Waddington e irá interpretar uma vilã na reta final da história de Rui Vilhena. O último trabalho de Priscila na TV foi uma rápida participação na temporada passada de “Malhação”.
EM ALTA
O Viva está conquistando a memória afetiva de seu público. No ano passado, o canal teve 26% de crescimento em audiência no total do dia e conquistou mais quatro posições no “ranking” de audiência da TV por assinatura no horário vespertino. O canal fechou o ano no Top 10 do horário nobre no total de indivíduos com “Pay TV” e no público adulto acima dos 25 anos.
RÁPIDAS
# Nesta sexta, vai ao ar o último capítulo de “Cobras & lagartos”, no “Vale a pena ver de novo”.
# Hoje, a Globo exibe “Anos dourados”, no “Luz, câmera 50 anos”.
# Amanhã, Sabrina Sato leva Rodrigo Faro para passear pelas ruas de São Paulo e visitar lugares que foram marcantes na vida do apresentador, no “Programa da Sabrina”.
FOI BEM
A histórica marca de cinco mil capítulos de “Malhação”. No ar desde 1995, o folhetim passou por diversas reformulações e continua firma e forte na grade da emissora. Apesar de contar com tramas de repercussão oscilante, a produção ainda é o melhor caminho para testar e revelar novos nomes para a TV.
FOI MAL
A insistência da Globo em colocar Ana Furtado no comando do “Encontro com Fátima Bernardes”. Sem carisma e totalmente artificial, a apresentadora não tem força para levar o matinal sozinha. Deixar a produção sob o comando de Marcos Veras e Lair Rennó poderia ter sido solução mais interessante, barata e viável.

