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Pequenas ousadias

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Para relaxar ou criar um presente exclusivo, Raphaela Corrêa se arrisca no artesanato. Estandartes e bordados acabam nascendo do que ela chama de atrevimento. A juiz-forana também se aventura pela música. Participou do grupo de tambor Ingoma, da bateria do bloco Parangolé Valvulado e está aprendendo a tocar acordeom. Acho que essa é minha arte favorita. Está muito presente na minha vida, talvez por influência dos amigos. Coordenadora do Museu Ferroviário, Raphaela não imagina a própria vida sem arte. Como espectadora, aprecia o original e o sensível. Há dois anos, em uma viagem de um mês ao Peru, mesclou passeios pela natureza e visitas a museus e centros culturais. Por duas vezes, a jovem – formada em turismo pela UFJF, com mestrado em comunicação e sociedade – esteve na Espanha para estudar. Foi muito enriquecedor. Além de ter sido acolhida oficialmente por um país que é referência mundial em políticas de cultura, pude trocar experiências com profissionais latino-americanos. No dia a dia, um dos prazeres de Raphaela é cozinhar para amigos. E, claro, degustar com eles os resultados deste ritual gastronômico.

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Livro

O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry

Jamais um livro me tocou tanto. De maneira simples, sensível e simbólica, nos convida a viver melhor

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Curta

Como defender um cafofo ou as aventuras do lobo guará no reino da especulação imobiliária, de Léo Ribeiro

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De forma criativa e escrachada, chama a atenção para os crimes absurdos e recorrentes contra o patrimônio arquitetônico da cidade

CD

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Pirata, de Maria Bethânia

As canções e os arranjos intercalados com poemas e cantigas de domínio público dão cheiro, sabor e colorido à água. Destaque para o encarte – uma obra de arte

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Acervo

Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madrid

Reúne obras incríveis de grandes artistas, sobretudo do século XX, representativos do cubismo, dadaísmo e surrealismo

Exposição

Foto 11, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM)

Apresentada em agosto de 2011. Híbrida pela reunião de olhares de vários fotógrafos e artistas de Juiz de Fora, conseguiu contemplar esta ‘diver-cidade’ através dos distintos tempos, lugares e personagens captados, recursos e suportes utilizados

Site

www.gestioncultural.org

Rica fonte de informações sobre políticas, editais, publicações, eventos, programas de intercâmbio e cooperação no setor cultural

Frase

Uma vida sem arte é uma vida árida, de Martha Medeiros

Acho que é assim que eu me sentiria se não houvesse arte na minha vida: seca, deserta, estéril, improdutível

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