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‘Bichos escrotos’ e ‘Lavar as mãos’: clássicos de Titãs e Castelo Rá-Tim-Bum voltam a crescer no Spotify

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Músicas que marcaram diferentes momentos da cultura brasileira voltaram a ganhar espaço entre os ouvintes após releituras recentes. Dados do Spotify mostram que novas versões e conteúdos que circulam pelas redes sociais têm levado o público novamente a gravações conhecidas de artistas como Titãs e Arnaldo Antunes.

Um dos casos é “Bichos Escrotos”, clássico dos Titãs que ganhou uma nova versão de CO.LABS e Anitta. Após o lançamento, a gravação original registrou aumento de 44% nos streams e de 134% nos salvamentos no Brasil nos últimos 30 dias, segundo dados da plataforma.

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Anitta regravou ‘Bichos escrotos’ para série do Prime Video (Foto: Reprodução)

O crescimento também aparece na análise diária. Até 12 de agosto, os streams da versão dos Titãs chegaram a quase quatro vezes o patamar de referência registrado entre 14 de junho e 6 de agosto. Já a quantidade diária de usuários que salvaram a música aumentou aproximadamente seis vezes na semana seguinte ao lançamento da releitura.

A relação entre diferentes gerações da música brasileira também passa por Arnaldo Antunes. Ex-integrante dos Titãs, o artista é autor de “Lavar as Mãos”, faixa que ficou conhecida por meio do programa infantil “Castelo Rá-Tim-Bum” e permaneceu na memória de diferentes gerações.

Décadas depois, a música voltou a circular nas redes sociais a partir de uma nova linguagem. O Coral das Quebradas tem alcançado milhões de visualizações com arranjos a cappella produzidos apenas com vozes e palmas. O grupo reinterpreta músicas conhecidas do público brasileiro, incluindo canções relacionadas ao universo do “Castelo Rá-Tim-Bum”.

No Spotify, “Lavar as Mãos” também apresentou crescimento no período analisado. Os streams da música aumentaram 20% no Brasil, enquanto os salvamentos subiram 49%.

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A movimentação começou a se intensificar no fim de julho e atingiu o ponto mais alto em 9 de agosto. Na data, o volume de streams chegou a aproximadamente duas vezes o patamar de referência dos 30 dias anteriores.

Os resultados indicam como releituras, vídeos virais e novos formatos de produção musical podem ampliar o alcance de obras lançadas há décadas. Ao retornarem às plataformas e às redes sociais por meio de artistas e conteúdos contemporâneos, as músicas também passam a alcançar públicos que não necessariamente tiveram contato com as gravações em seus lançamentos originais.

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Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe

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