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Instrumento de libertação

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A guitarra carrega em si um espírito libertário, um potencial de revolução, transformação. Ao mesmo tempo, é um instrumento cheio de possibilidades harmônicas, completo, capaz de ser melodia e acompanhamento. A leveza da descrição vem de alguém cujas mãos foram consagradas por dar vida a um som literalmente pesado, heavy.

Guitarrista de um dos ícones nacionais do heavy metal, o Angra, Rafael Bittencourt é um dos grandes nomes que estará na edição juiz-forana do Festival Guitar Player, realizada hoje a amanhã, a partir das 19h30, na Sociedade Filarmônica (Rua Oscar Vidal 134).

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Além de presenciar grandes guitarristas em ação no palco, o público poderá interagir com eles, aproveitando o espaço aberto às perguntas para descobrir mais sobre técnicas musicais, mercado de trabalho, entre outras questões.

Esses músicos não costumam vir a cidades do interior, são expoentes no cenário nacional. Para quem toca ou quer tocar guitarra, é um privilégio não somente vê-los tocando, mas poder trocar experiências com quem rodou o mundo fazendo música, observa Lucas Franco, da Open Music Escola de Música, organizadora do evento, que também é sediado em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, entre outras capitais e algumas outras cidades fora deste eixo.

Na noite de hoje, os acordes ficam por conta do carioca Gustavo di Pádua (entre os dez finalistas entre mais de dez mil inscritos do concurso britânico Guitar Idol), de Faíska (tocou ao lado de Rita Lee, Fábio Jr. e outros grandes artistas nacionais) e Alex Martinho (que comemora 20 anos de carreira instrumental, ao longo dos quais lançou cinco álbuns e dois DVDs).

Além da bagagem técnica e do conhecimento de mercado, o testemunho pessoal sobre o caminho de cada um, com diferentes trajetos até a consolidação de uma carreira, dá um estímulo muito grande para quem está começando, diz Alex, que prepara repertório autoral para sua apresentação.

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Já amanhã, Lucas Franco divide o palco com Mozart Mello, um dos mais conceituados professores de guitarra do país, e Rafael Bittencourt, que tocará músicas do Angra e do Bittencourt Project, sua empreitada solo. Festivais como esse são nossa grande oportunidade para mostrar a guitarra instrumental, e estas iniciativas vêm ganhando os olhares da mídia especializada, do mercado de instrumentos e do público. Na música instrumental, a melodia e as combinações harmônicas têm mais poder do que a palavra, que proporciona uma mensagem mais direta na música cantada, compara o músico.

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Festival Guitar Player

Hoje e amanhã,

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às 19h30

Sociedade FIlarmônica

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(Rua Oscar Vidal 134)

Entrada: 2kg

de alimento

não perecível

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