Ícone do site Tribuna de Minas

Diário de bordo

PUBLICIDADE

Quando me formei em jornalismo, em meados de 2012, optei por uma festa de formatura destoante dos padrões já conhecidos. Troquei toda a preparação e preocupação com baile, convites e os demais detalhes envolvidos neste evento por uma viagem pela Itália. Depois de toda a experiência, digo com certeza que a escolha foi a melhor possível.

Já no caminho do Aeroporto Fiumicino até o hotel escolhido para a hospedagem, foi fácil reconhecer que Roma é realmente um museu a céu aberto. Entre as ruas estreitas, movimentadas por pessoas de diversas partes do mundo, carros modelo smart e as famosas lambretas, estão os imensos monumentos tombados que guardam grande parte de nossa história e muita cultura.

PUBLICIDADE

De malas devidamente guardadas e mapa em mãos, parti para o reconhecimento inicial da cidade. A melhor forma de passear por Roma é a pé. Metrô ou taxi são válidos apenas quando a intenção é visitar lugares um pouco mais afastados da região onde estiver hospedado. O primeiro ponto turístico visitado foi a Fontana di Trevi. Pontos como este estão sempre lotados de turistas. Minha impressão foi de que aquele lugar carregar algo mágico, já que, além da beleza das esculturas, estar ali traz uma certa paz interior.

Segui a tradição, virando-me de costas para a fonte e jogando uma moeda na água (culturalmente, isso representa o desejo de voltar a visitar o lugar em algum momento futuro), e então parti para a Piazza Navona. Lá é possível comer bem em um dos agradáveis restaurantes com mesas ao ar livre. Para acompanhar os pratos típicos, uma boa pedida é o vinho, mas, no calor, vale experimentar as cervejas italianas, que são realmente muito boas. Na volta para o hotel, uma longa caminhada pela Via Nazionale, uma das mais extensas avenidas de Roma. Além de diversos monumentos históricos, é possível encontrar lojas de vestuário, perfumarias, farmácias, supermercados e alguns restaurantes.

O Coliseu não podia faltar no roteiro. Além das ruínas, a parte interna do anfiteatro é repleta de esculturas e obras de arte. Fiz bem ao ficar pelas redondezas e apreciar o monumento do lado de fora ao entardecer, as fotos ficaram incríveis.

Para quem aprecia moda e as maiores grifes mundiais, a Piazza di Spagna é parada obrigatória. Além de mais uma fonte, nos arredores há lojas Dior, Prada, Fendi, Giorgio Armani, Gucci e de outras marcas. Apesar de os preços serem altos, a mistura da arquitetura antiga com as vitrines luxuosas torna o ambiente deliciosamente interessante.

PUBLICIDADE

Na visita ao Vaticano, presenciei a cerimônia de canonização de sete novos santos. O local estava completamente tomado por freis de todas as partes do mundo. Encerrada a cerimônia, fiz uma visita à Capela Sistina, que encanta religiosos e não religiosos com sua grandeza e decoração, com afrescos de Michelangelo, Bernini e Boticelli.

A temporada em Roma foi finalizada com um típico jantar italiano, o famoso spaghetti à carbonara em um dos tradicionais restaurantes que exibem uma mesa com os ingredientes frescos usados nos pratos. Tudo muito colorido e disposto de maneira a garantir uma decoração extra ao estabelecimento, fazendo com que, antes de tudo, os clientes comam com os olhos.

PUBLICIDADE
Sair da versão mobile