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Ele está de volta

novo trabalho do cantor brasiliense e marcado pelas letras em portugues principal mudanca para os albuns anteriores divulgacao

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Novo trabalho do cantor brasiliense é marcado pelas letras em português, principal mudança para os álbuns anteriores (Divulgação)
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Novo trabalho do cantor brasiliense é marcado pelas letras em português, principal mudança para os álbuns anteriores (Divulgação)

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Artista daqueles que mais ralam pelos palcos e estúdios do país, o cantor e compositor Tiago Iorc volta a Juiz de Fora para apresentar, nesta sexta-feira, no Cine-Theatro Central, o show da turnê de divulgação de seu mais novo álbum, “Troco likes”, lançado em julho deste ano. Em seu quarto trabalho, o artista candango pela primeira vez apresenta um trabalho com todas as letras cantadas na língua de Camões, promovendo uma mudança estética em sua carreira, e ainda abre espaço para uma versão de “Bossa”, da banda Cidadão Quem. Para a apresentação desta sexta, Tiago será acompanhado pelo baixista Leomaristi dos Santos e o baterista Guto Teixeira.

“O show tem um repertório que mistura as músicas do novo CD e também outras bem conhecidas do público. É uma mistura boa, e é lindo ver o público participando tanto”, diz Tiago Iorc, que já cruzou o país de Norte a Sul, de Leste a Oeste, com a atual turnê, que chegou a cidades como São Paulo (SP), Joinville (SC), Feira de Santana (BA), Manaus (AM), Uberlândia (MG), Campo Grande (MS), Niterói (RJ), Natal (RN), Piracicaba (SP), Cascavel (PR), Porto Alegre (RS) e – claro – sua Brasília natal, entre tantas outras. Segundo ele, foram mais de 50 shows até agora.

Quanto à guinada poética de “Troco likes”, em que o português toma o espaço anteriormente ocupado pelo inglês, o cantor destaca que essa mudança é fruto da necessidade que sentiu de estar mais próximo do público brasileiro. “Me interessava encontrar o diálogo mais direto, que pudesse fazer um link coerente do que eu queria dizer com o que pudesse ser relevante para pessoas daqui. É um disco que me aproxima mais do meu lado brasileiro, que sempre existiu”, explica. A mudança na língua cantada, acrescenta, é o diferencial que norteou o restante do trabalho. “São universos bem distintos e que fazem parte de quem eu sou. Tem uma coisa de cada idioma que vai além das palavras e dos sons, que é a carga cultural e as idiossincrasias da forma de pensar e se comunicar do povo que vive aquela língua. Em mim, é quase como se fossem duas personalidades distintas. Tem certas coisas que se manifestam melhor em inglês, outras em português. Depende do encaixe da melodia e da mensagem que a música precisa passar. A música ‘Till I’m old and gray’, a única em inglês desse último disco, não teria a mesma expressividade se fosse cantada em português, por exemplo.”

TIAGO IORC

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Nesta sexta-feira, às 21h

Cine-Theatro Central

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