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Tributo ao ABBA chega a Juiz de Fora

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Anni-Frid, Benny, Agnetha e Björn estão separados há mais de 30 anos, mas as músicas que compuseram durante os dez anos de existência do ABBA continuam vivas em corações e mentes de milhões de pessoas que amam o pop. Para os saudosistas do grupo sueco, que esteve na ativa entre 1972 e 1982, a oportunidade de relembrar ao vivo clássicos como “Dancing queen”, “The winner takes it all” e “Chiquitita” pode se tornar real na noite deste sábado, com a apresentação do show “The history – a tribute show to ABBA”, às 21h, no Cine-Theatro Central. O espetáculo já passou por mais de 120 cidades no Brasil e no Chile e retorna à cidade após uma apresentação em 2013.

No palco, Mari Moraes, Patricia Andrade, Jheff Saints e Diego Sena são os responsáveis por emular as vozes, os trejeitos e até mesmo as roupas de Anni-Frid, Agnetha, Benny e Björn, respectivamente. Para aumentar a sensação de fidelidade, eles se dirigem ao público apenas em inglês, como fazia o quarteto original. A ideia de criar o projeto veio da admiração que os quatro tinham pelas músicas do ABBA. “Somos de Sorocaba (SP), amigos há muito tempo, e no início de 2013 nos reunimos e desenvolvemos este projeto de tributo. O quarteto sueco se formou há 40 anos e ainda hoje emociona pessoas de todas as gerações. Eles eram incríveis no palco, cheios de glamour, carisma e energia. Quando começamos a pesquisar o grupo, tivemos a real dimensão do quão querido é o ABBA e sentimos essa vontade de homenagear a sua história e propagar o seu legado musical”, conta Jheff Saints.

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Antes do início da turnê, que já dura um ano e cinco meses, foi preciso ainda se preparar para entregar ao público o que ele iria pagar para ver: dois casais que reproduzissem, com a maior fidelidade possível, o que o grupo fazia em suas apresentações. “Estudamos os timbres de cada integrante, harmonização vocal e os trejeitos no palco. A caracterização, coreografias e figurinos foram inspirados no quarteto sueco”, acrescenta Mari Moraes.

A dedicação, ao que parece, vem rendendo frutos. As apresentações do tributo já chegaram a 120 cidades, com direito a temporada no Teatro Folha, em São Paulo, com shows toda terça-feira. Segundo eles, o maior público alcançado até agora foram as dez mil pessoas presentes na cidade paulista de Artur Nogueira. Para Minas Gerais, já estão marcadas outras apresentações: em Belo Horizonte, no próximo dia 26, São João del-Rey, 31 de outubro, e Lavras, 1º de novembro.

Os integrantes do espetáculo lembram ainda que o ABBA era – e ainda é – considerado uma fábrica de sucessos, com fãs apaixonados até pelas canções menos conhecidas. O repertório do show mostra isso, com as presenças garantidas de standards como “Mamma mia”, “The winner takes it all”, a imortal “Dancing queen” e até mesmo “Fernando” e “Chiquitita”, que se tornaram mais conhecidas no Brasil graças às versões em português, nos anos 70, da cantora paraguaia Perla – para os saudosistas ou curiosos, é possível encontrar no YouTube as versões da intérprete sul-americana nos inesquecíveis “Clube do Bolinha” e “Cassino do Chacrinha”. A ideia, como explica Mari, é essa mesma: ser um espetáculo nostálgico.

“Queremos emocionar e despertar a alegria do passado! São muitas canções que marcaram esta época de ouro e trazem lembranças intensas, mesmo tantos anos depois. É maravilhoso estarmos diante de uma plateia composta por pessoas de todas as idades. Nossos shows têm famílias inteiras – avós, pais e filhos. E isso é ABBA – boa música, alegria e história passada de geração em geração. É uma honra para nós prestar essa homenagem e personificar os nossos ídolos, nem que seja por algumas horas. Sentir a energia e a emoção do público é a nossa maior recompensa e a nossa maneira de propagar a cultura do melhor da era disco”, diz ela. “ABBA é música que inspira, que fala direto ao coração e que sobrevive ao tempo.”

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THE HISTORY – A TRIBUTE SHOW TO ABBA

Neste sábado às 21h

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Cine-Theatro Central

(3215-1400)

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