A exposição gratuita “Pedra-Mergulho”, que reúne trabalhos artísticos produzidos por estudantes da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), está aberta à visitação até o dia 30 de outubro, na Galeria Guaçuí, localizada no Instituto de Artes e Design (IAD). A mostra apresenta obras em diferentes linguagens, como fotografia, vídeo, animação, escultura, poesia visual, cartazes, painéis eletrônicos e estandartes.
Aberta no último dia 6 de outubro, a exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 15h às 22h. Os trabalhos foram desenvolvidos ao longo de 2026, durante as disciplinas Arte e Escritura, Análise das Linguagens Contemporâneas e Fotografia I e II, ministradas pela professora Adriana Oliveira. A docente é responsável pela curadoria e produção da mostra, que conta com a colaboração do monitor Pietro Esposito.
A iniciativa reúne produções realizadas em sala de aula em uma proposta curatorial comum, permitindo que os estudantes apresentem seus trabalhos ao público e tenham contato com a experiência de participar de uma exposição artística.
“O desafio de experimentar diferentes mídias e suportes é algo que, há tempos, tenho tentado propor em minhas disciplinas e observo que, até aqui, temos sido bem sucedidos”, explica Adriana, em nota encaminhada à imprensa.
Segundo a professora, as atividades desenvolvidas nas disciplinas procuram relacionar diferentes formas de expressão artística, explorando conceitos, experiências sensoriais e as possibilidades de interação entre palavras e imagens.
Exposição Pedra-Mergulho explora diferentes linguagens artísticas
O nome da exposição parte da imagem de uma pedra lançada à água, utilizada como metáfora para o processo de criação artística. A proposta é representar o movimento de experimentar novas possibilidades, sair de caminhos conhecidos e estabelecer relações entre diferentes linguagens.
A ideia é apresentada a partir da expressão “há uma pedra que não sabe ficar parada. Ela inventa o mergulho”. Nesse contexto, o mergulho simboliza a criação, a transformação de ideias e a descoberta de outras formas de expressão.
As obras reunidas na mostra exploram esse conceito por meio de diferentes recursos. Na fotografia, os estudantes trabalham com o registro e a recriação de momentos. Os vídeos utilizam a passagem do tempo como elemento de expressão, enquanto a poesia visual estabelece relações entre palavras e imagens.
Os cartazes e estandartes exploram a ocupação do espaço, e os objetos sensoriais propõem experiências que ultrapassam a observação visual das obras.
“A pedra, aqui, não é apenas matéria: é método. Ela pesa, afunda, desloca a água e produz círculos. Assim também acontece com o processo criativo: uma ideia mergulha em outra, uma imagem provoca uma palavra, uma palavra desarruma um objeto, um gesto abre uma passagem”, destaca Adriana.
A exposição também convida o público a participar do processo de interpretação das obras. Em vez de estabelecer um significado único para os trabalhos, a proposta é permitir diferentes leituras a partir das relações entre imagem, palavra, movimento, espaço e sensações.
Dessa forma, a mostra reúne experiências desenvolvidas no ambiente acadêmico e possibilita que os visitantes conheçam diferentes processos de criação dos estudantes do IAD.
Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe

