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Homem da cena

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Nos tempos de colégio, ele se apaixonou pelo teatro. Nasceu Mário Marques de Almeida Júnior, mas, nos palcos, resolveu adotar o sobrenome Galvanni. O amor de infância fez desse juiz-forano, nascido no famoso agosto de 1954, um homem da cena. Hoje, além de atuar em diversas produções da cidade, faz parte da nova diretoria da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Juiz de Fora (Apac/JF), assinando como tesoureiro. Para ele, a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, promovida anualmente pela Apac, é um importante instrumento para difundir a arte, formando públicos e novos grupos. Ela também contribui para a união da classe, acrescenta. Nesta 11ª edição, que segue até 12 de fevereiro, Mário participa com a peça A farsa do advogado Pathelin, uma comédia francesa da Idade Média, de autor desconhecido. Para os momentos de lazer, o ator recorre ao cinema, ao teatro e a livros como Nunca desista de seus sonhos, de Augusto Cury, e 1808, que ele cita entre suas dicas para a Tribuna.

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1808, de Laurentino Gomes

Adorei a abordagem crua e realista da história do Brasil Colônia

Edward Mãos de Tesoura, de Tim Borton

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Um conto de fadas contemporâneo. Nele, o diretor mostra sua visão ácida, brincando de expor as posturas conflitantes dos personagens

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Mundo ludo, de Lúdica Música

Simplesmente maravilhoso!

Uma história oficial, de Rodrigo Portela

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Espetáculo impecável, montado por aqui em 2011. Os personagens se misturam numa descoberta incrível manifesta no decorrer da trama

Marcus Amaral

Pela sensibilidade cênica, organização e disciplina

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Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora

Alto nível nos espetáculos apresentados, independente da busca de prêmios e resultados

Nosso trabalho enquanto atores não é o de exibir virtuosismo técnico, mas, ao contrário, o de fazer com que o palco ganhe vida, de Yoshi Oida

Resume tudo o que é apaixonante no teatro: estudo, disciplina e vida

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